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  <title>DSpace Collection:</title>
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  <id>http://hdl.handle.net/10174/1140</id>
  <updated>2026-04-06T11:47:20Z</updated>
  <dc:date>2026-04-06T11:47:20Z</dc:date>
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    <title>CHANGING INSIDE AND OUT: CONSIDERATIONS ON THE PSYCHOANALYTIC PROCESS AND THE ACTUALIZATION OF THE SELF</title>
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      <name>Mesqita, Isabel</name>
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    <id>http://hdl.handle.net/10174/41343</id>
    <updated>2026-02-20T12:07:58Z</updated>
    <published>2025-04-03T23:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: CHANGING INSIDE AND OUT: CONSIDERATIONS ON THE PSYCHOANALYTIC PROCESS AND THE ACTUALIZATION OF THE SELF
Authors: Mesqita, Isabel
Editors: Pracana, Wang
Abstract: In psychoanalytic theories, as in human development, change is essential. The past is significant, the present&#xD;
is important, and creating the future is relevant. Stagnation in development is always a pathogenic factor&#xD;
that leads to illness and dissatisfaction. A key aspect of the psychoanalytic experience is the progressive&#xD;
recapture of the experience of the self, which may feel alienated and disconnected from personal and&#xD;
interpersonal discourse. This process enables the analysand to continually discover who they are and what&#xD;
they want to become, fostering a greater potential for both intrapersonal and interpersonal dialogue.&#xD;
Therefore, in the psychoanalytic process, it is crucial to understand and dismantle pathogenic relationships.&#xD;
This involves clarifying what the individual has done with their experiences and how these experiences&#xD;
shape their future. It is important to maintain the understanding that individuals are also influenced by their&#xD;
own actions in the present as they relate to their future. While a supportive, empathetic, and nurturing stance&#xD;
is necessary, a more interventionist approach is also required to help patients uncover new ways of&#xD;
experiencing themselves and their relationships. Additionally, the analyst must recognize the feelings and&#xD;
emotions that have not yet been expressed, so they can be acknowledged as real and integrated into the&#xD;
patient's personal experience.</summary>
    <dc:date>2025-04-03T23:00:00Z</dc:date>
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    <title>Relação entre exigências emocionais e engagement: Papel dos recursos laborais estruturais</title>
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      <name>Viseu, João</name>
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      <name>Jesus, Saúl Neves</name>
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      <name>Rodrigues, Sandra</name>
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      <name>Ruiz, Ana Paula</name>
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      <name>Semedo, Carla</name>
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    <updated>2024-07-23T08:54:29Z</updated>
    <published>2024-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Relação entre exigências emocionais e engagement: Papel dos recursos laborais estruturais
Authors: Viseu, João; Jesus, Saúl Neves; Rodrigues, Sandra; Ruiz, Ana Paula; Semedo, Carla
Abstract: A pandemia de COVID-19 contribuiu para uma degradação das condições psicossociais de trabalho (e.g., aumento das exigências emocionais), especialmente em profissões ligadas à área dos serviços humanos. Para atenuar os efeitos negativos dos fatores de risco psicossociais nos processos de trabalho é fulcral identificar possíveis variáveis moderadoras. Esta investigação testou o papel moderador dos recursos laborais estruturais (i.e., fatores relacionados com as funções e que podem ser modificados) na relação entre as exigências emocionais e o engagement no trabalho numa amostra de psicólogos portugueses, seguindo as premissas do Modelo Job Demands-Resources (JD-R). Foi adotada uma metodologia quantitativa recorrendo a um design transversal e a instrumentos de autorresposta. Participaram neste estudo 963 psicólogos (89.4% do sexo feminino), a maioria com 35-44 anos (39.5%) e que trabalha entre 36-40 horas semanais (36.9%). Observou-se que os recursos laborais estruturais moderaram a relação entre as exigências emocionais e o engagement no trabalho, i.e., à medida que os recursos estruturais do trabalho aumentam menor será o efeito prejudicial das exigências emocionais no engagement no trabalho. Pode-se concluir que as organizações devem facultar aos seus trabalhadores estratégias de desenvolvimento pessoal e profissional, bem como devem estimular a sua autonomia no desempenho das funções.</summary>
    <dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Adaptação e validação de um instrumento para avaliar o capital psicológico positivo numa amostra de trabalhadores portugueses</title>
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      <name>Viseu, João</name>
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      <name>Encarnação, Tiago</name>
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      <name>Conceição, Andreia</name>
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      <name>Borralho, Liberata</name>
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    <updated>2024-07-23T08:53:46Z</updated>
    <published>2023-04-30T23:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Adaptação e validação de um instrumento para avaliar o capital psicológico positivo numa amostra de trabalhadores portugueses
Authors: Viseu, João; Encarnação, Tiago; Conceição, Andreia; Borralho, Liberata
Abstract: Introdução: As organizações modernas enfrentam inúmeros desafios, especialmente devido à deterioração das condições psicossociais de trabalho e ao surgimento de novas formas de trabalhar. Logo, uma organização que deseje criar vantagens competitivas e distintivas deve apostar no desenvolvimento dos recursos psicológicos, e.g., capital psicológico positivo&#xD;
(PsyCap), dos seus membros. Objetivos: Este estudo procurou contribuir para a adaptação e validação de uma medida de PsyCap, o questionário Optimismo, Resiliencia, Esperaranza y Autoeficacia (OREA), para uma amostra de trabalhadores portugueses, dado que as medidas existentes para avaliar este constructo apresentam limitações psicométricas (e.g., ao nível da fiabilidade). Método: Foi recolhida uma amostra de 983 trabalhadores, que foi dividida em duas subamostras, uma com 476 respondentes (73.3% do sexo feminino e com uma idade média de aproximadamente 42 anos) e outra com 507 participantes (68.9% do sexo feminino e com uma idade média de aproximadamente 40 anos). Os dados obtidos possibilitaram a realização de uma análise fatorial confirmatória, bem como serviram para testar a validade (fatorial, convergente, discriminante e de critério) e a fiabilidade do OREA. Resultados: Os resultados obtidos demonstraram que o PsyCap é melhor conceptualizado através de uma estrutura unifatorial. Registou-se a existência de validade fatorial (cargas fatoriais padronizadas dos itens superiores a .50 e&#xD;
estatisticamente significativas) e discriminante (valor de Average Variance Extracted superior aos valores do coeficiente de correlação ao quadrado). No entanto, o valor obtido para a validade convergente foi marginalmente inferior ao valor de corte definido pela literatura. Ao nível da fiabilidade, registaram-se valores superiores a .70 para os coeficientes alfa de Cronbach e Composite Reliability (CR). Por último, observou-se que o PsyCap se correlacionou de forma positiva com o job crafting, o engagement no trabalho, a satisfação no trabalho e a performance laboral, e de modo negativo com as exigências emocionais, a telepressão no trabalho e a exaustão emocional. Discussão/Conclusão: O OREA surge como um instrumento adequado para aferir o PsyCap em trabalhadores portugueses, sendo uma ferramenta útil para o desenvolvimento dos recursos psicológicos positivos. Além disso, à semelhança do que é referido na literatura, este conceito associou-se de forma positiva com as atitudes e os comportamentos laborais desejáveis (e.g., satisfação no trabalho, job crafting e engagement no trabalho), bem como com a performance laboral, e de forma negativa com as atitudes e os comportamentos laborais indesejáveis (e.g., exigências emocionais, telepressão no trabalho e exaustão emocional). Estudos futuros devem debruçar-se sobre a validade convergente desta medida.</summary>
    <dc:date>2023-04-30T23:00:00Z</dc:date>
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    <title>Inventário de Felicidade no Trabalho (IFT) – Análise fatorial para a construção de uma versão reduzida</title>
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      <name>Ribeiro, Andresa</name>
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      <name>Jesus, Saúl Neves</name>
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      <name>Viseu, João</name>
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      <name>Silva, Narbal</name>
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      <name>Santos, Joana</name>
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    <id>http://hdl.handle.net/10174/37141</id>
    <updated>2024-07-23T08:52:07Z</updated>
    <published>2023-04-30T23:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Inventário de Felicidade no Trabalho (IFT) – Análise fatorial para a construção de uma versão reduzida
Authors: Ribeiro, Andresa; Jesus, Saúl Neves; Viseu, João; Silva, Narbal; Santos, Joana
Abstract: O trabalho se caracteriza como uma categoria central da vida humana. Isto faz refletir sobre a importância de se mensurar quais os fatores contribuem para a construção de ambientes laborais saudáveis e felizes com base na Psicologia Positiva. O estado psicológico de felicidade é socialmente&#xD;
construído, composto por bases hedônicas e eudaimônicas interconectadas, o que promove emoções e sentimentos preponderantemente positivos. O objetivo do estudo foi analisar as caraterísticas psicométricas do Inventário de Felicidade no Trabalho (IFT) para a construção de uma versão reduzida a&#xD;
fim de que esta seja testada futuramente junto à população portuguesa. Por meio de uma técnica de amostragem não-probabilística, por conveniência, foi recolhida uma amostra composta por 814 trabalhadores de nacionalidade brasileira. O IFT é um instrumento brasileiro com evidências preliminares de validade baseada em sua consistência interna, avaliadas a partir do coeficiente alfa de Cronbach, superiores a .70. Na sua versão original, o instrumento é dividido em três dimensões: transcendental, psicossocial e material de existência, composto por 57 itens. Uma vez que se procurou criar uma versão reduzida do IFT, foram criadas duas subamostras com igual número de participantes (N=407). A primeira amostra possibilitou a realização de uma análise fatorial exploratória (AFE) e a segunda, a condução de uma análise fatorial confirmatória (AFC). Para a realização da AFC foi utilizada a estrutura fatorial obtida na AFE. Foi definido que as cargas fatoriais dos indicadores (i.e, dos itens) deveriam ser iguais ou superiores a .71 que são consideradas excelentes. Dos 57 itens iniciais, apenas 25 cumpriram com esta restrição. O coeficiente alfa de Cronbach, calculado com a solução final obtida pela AFE, i.e., estrutura unidimensional composta por 25 itens, alcançou um valor de .971. o que de acordo com a literatura este resultado pode ser classificado como excelente. A confirmação da versão&#xD;
reduzida do IFT, permitiu verificar que, com a extração de 32 itens, levou a um ajustamento que variou entre o aceitável e o muito bom, o que denota resultados adequados para a sua aceitação. Considerou-se que, esta versão do modelo unidimensional deve ser aplicada na população portuguesa visando aprofundar os resultados e a busca de evidências de validade de instrumentos psicológicos. Este inventário servirá como instrumento para uma melhor compreensão a cerca dos principais componentes valorizados pelos trabalhadores na construção da felicidade no trabalho. Além disso, práticas de gestão de pessoas poderão ser adequadas visando uma maior satisfação e engajamento no trabalho.</summary>
    <dc:date>2023-04-30T23:00:00Z</dc:date>
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