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  <title>DSpace Collection:</title>
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  <id>http://hdl.handle.net/10174/14383</id>
  <updated>2026-04-04T10:52:43Z</updated>
  <dc:date>2026-04-04T10:52:43Z</dc:date>
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    <title>O emprego nas organizações da economia social. O caso das Misericórdias do distrito e Évora</title>
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      <name>Costa, Ana</name>
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      <name>Serrano, Maria Manuel</name>
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    <id>http://hdl.handle.net/10174/41100</id>
    <updated>2026-02-11T15:17:03Z</updated>
    <published>2025-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: O emprego nas organizações da economia social. O caso das Misericórdias do distrito e Évora
Authors: Costa, Ana; Serrano, Maria Manuel
Editors: Associação Portuguesa de Sociologia
Abstract: O papel das organizações da economia social na economia em geral, e na criação de emprego em particular, tem sido amplamente reconhecido por instituições nacionais e internacionais. Um projeto de investigação sociológica denominado, A sustentabilidade das organizações sociais no contexto da economia social: O caso das Santas Casas da Misericórdia, sustenta teórica e empiricamente o presente artigo. Este visa caraterizar o emprego em organizações da economia social e identificar os constrangimentos que as organizações enfrentam, bem como os apoios disponíveis para a contratação do pessoal necessário ao cumprimento da sua missão. O enquadramento teórico refere as origens e evolução da economia social, a sua vocação, os valores que persegue e o tipo de organizações que concretizam os seus objetivos. Aborda-se também a postura das instituições nacionais e internacionais face à economia social e ao papel que as suas organizações desempenham na criação de emprego e na integração de trabalhadores no mercado de trabalho. A estratégia metodológica da investigação assentou no estudo de casos, tendo sido estudadas 15 Santas Casas da Misericórdia do distrito de Évora. A análise dos resultados permitiu concluir que a capacidade empregadora das Misericórdias depende, em parte, das medidas de apoio ao emprego, geridas pelo Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP) e pelo Instituto de Segurança Social (ISS), as quais permitem contratar pessoal a baixo custo. O conteúdo do trabalho, especificamente ao nível da prestação de cuidados à população idosa, parece não ser atrativo devido às exigências de horário e ao desgaste físico e emocional, mas também devido ao salário. As mulheres predominam, nesta e nas restantes funções desempenhadas nas Misericórdias.</summary>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Arte e cultura, hegemonia e resistência: uma leitura comparada de diferentes territórios de Lisboa</title>
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      <name>Estevens, Ana</name>
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      <name>Carmo, André</name>
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    <id>http://hdl.handle.net/10174/40868</id>
    <updated>2026-02-05T15:35:03Z</updated>
    <published>2023-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Arte e cultura, hegemonia e resistência: uma leitura comparada de diferentes territórios de Lisboa
Authors: Estevens, Ana; Carmo, André
Abstract: Neste artigo, colocamos em destaque a importância da arte e da cultura enquanto elementos de transformação da cidade contemporânea. Adotando uma perspetiva urbana crítica, desenvolvemos trabalho de campo etnográfico entre 2018 e 2019, tendo como ponto de partida as ambivalências da arte e da cultura na transformação dos territórios. Olhamos para três territórios de Lisboa onde a relação entre a cidade e as artes se destaca: o Intendente, enquanto caso de referência de políticas públicas que transformaram um espaço decadente num espaço da moda; Marvila, enquanto antigo espaço industrial que tem passado por importantes mudanças; e a colina de Santana, enquanto espaço projetado para o futuro, onde o património edificado, estruturas e eventos culturais e artísticos alavancam o processo de transformação. As evidências sugerem que Lisboa tem replicado o modelo urbano neoliberal predominante. Para além disso, a dinâmica social de resistência, apesar de ténue e, muitas vezes, impotente para alterar as dinâmicas hegemónicas, é uma importante força nos territórios. Os três casos apresentados permitem compreender o sentido da mudança socioterritorial, ficando clara a importância da presença de património edificado classificado, estruturas e eventos artísticos e culturais na valorização dos espaços, fomentando a sua mercantilização e contribuindo para a competitividade urbana.</summary>
    <dc:date>2023-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Viver numa casa do Siza: a experiência da arquitetura de autor na Malagueira, Évora</title>
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      <name>Pereira, Juliana</name>
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      <name>Costa, Ana</name>
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      <name>Carmo, André</name>
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      <name>Ascensão, Eduardo</name>
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    <updated>2026-02-05T14:39:16Z</updated>
    <published>2025-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Viver numa casa do Siza: a experiência da arquitetura de autor na Malagueira, Évora
Authors: Pereira, Juliana; Costa, Ana; Carmo, André; Ascensão, Eduardo
Abstract: Este artigo retoma os estudos sobre a casa e o habitar desenvolvidos pela Antropologia e pela Arquitetura portuguesas, acrescentando-lhes um olhar vindo das geografias da arquitetura, para de seguida explorar a forma como os habitantes de edifícios de arquitetura de autor experienciam as suas casas e os seus bairros no quotidiano. Focando-se no caso do bairro da Malagueira em Évora, projetado por Álvaro Siza Vieira no final dos anos 70 para albergar populações de baixos rendimentos, mas entretanto tendo integrado uma constelação de populações mais variada, o artigo procura responder a perguntas sobre o que significa viver numa casa e num bairro projetados por um arquiteto consagrado, como se relacionam os modos de viver dentro da casa com o desenho e a estética relativamente austeras da arquitetura de Siza, e finalmente como é experienciada a relação com determinados elementos arquitetónicos que fazem a casa funcionar. Baseado em trabalho de campo etnográfico onde se usou a etnometodologia Show Us Your Home (Mostre-nos a Sua Casa), o artigo preenche a lacuna da relativa ausência de estudos sobre a experiência da arquitetura de Siza pelos seus moradores.</summary>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>O associativismo dos antigos combatentes em tempos de pandemia covid-19: impactos nas ações e estratégias de superação</title>
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      <name>Silva, Sara</name>
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      <name>Romão, Ana</name>
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      <name>Baltazar, Maria da Saudade</name>
    </author>
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      <name>Baptista, Luís</name>
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    <id>http://hdl.handle.net/10174/40525</id>
    <updated>2026-01-19T22:19:28Z</updated>
    <published>2024-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: O associativismo dos antigos combatentes em tempos de pandemia covid-19: impactos nas ações e estratégias de superação
Authors: Silva, Sara; Romão, Ana; Baltazar, Maria da Saudade; Baptista, Luís
Editors: Associação Portuguesa de Sociologia
Abstract: Em Portugal, com o fim da Guerra Colonial e a instauração da democracia em 1974,o movi&#xD;
mento associativo dos antigos combatentes ganhou uma grande visibilidade na esfera pública, sendo inclusivamente considerado pioneiro dos movimentos que defenderam os direitos das pessoas com deficiência.&#xD;
Nos últimos quatro anos, este tipo de associativismo foi profundamente impactado pela pandemia COVID-19, afetando tanto o seu funcionamento como a capacidade de resposta às necessidades dos seus membros.&#xD;
Este trabalho visa compreender o papel desempenhado pelas associações de antigos combatentes durante a crise sanitária, nomeadamente, as formas de atuação e os contributos para melhorar o relacionamento e o bem-estar dos seus associados.&#xD;
A presente investigação é de natureza exploratória, baseada em entrevistas semiestruturadas aos representantes de seis associações de combatentes.&#xD;
Observámos a capacidade de resiliência das associações de antigos combatentes face aos desafios da pandemia COVID-19. Através da implementação de novas estratégias, as associações adaptaram-se com vista ao bem-estar dos seus membros e conseguiram mitigar os efeitos negativos da pandemia neste grupo vulnerável.</summary>
    <dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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