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    <title>Sedimentação Carbonatada da Zona de Ossa-Morena: novos dados e desafios</title>
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      <name>Moreira, Noel</name>
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    <updated>2026-07-03T15:20:34Z</updated>
    <published>2026-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Sedimentação Carbonatada da Zona de Ossa-Morena: novos dados e desafios
Authors: Moreira, Noel; Machado, Gil; Piçarra d'Almeida, José; Martins, Rúben; Primo, Hugo; Dimas, João; Roseiro, José
Editors: Moreira, Noel
Abstract: A sedimentação carbonatada evoluiu ao longo de cerca de 3,5 mil milhões de anos, desde precipitados inorgânicos/microbianos resultantes da precipitação de carbonatos diretamente da água do mar, para sistemas biogénicos maciços, mais ou menos complexos, ao longo do Fanerozoico. Esta evolução apresenta um salto qualitativo relacionado com o aparecimento de exoesqueletos carbonatados e dos primeiros organismos construtores de recifes no Fanerozoico: primeiramente com o aparecimento dos arqueociatídeos durante o Câmbrico, seguidos por esponjas e corais, bem como por outras faunas associadas a recifes portadoras de esqueletos carbonatados, como são exemplo os crinóides ou os briozoários. Nesse sentido, o Maciço Ibérico torna-se um sítio privilegiado para assistir a esta transição, possuindo sucessões de idades Ediacáricas e Paleozoicas que registam (ou poderiam registar) estas transformações. &#xD;
&#xD;
O Maciço Ibérico foi subdividido em várias zonas paleogeográficas com base no seu registo sedimentar e nas suas características tectono-metamórficas e magmáticas. Nas suas zonas paleogeográficas internas, nomeadamente na Zona de Ossa-Morena (ZOM), que é composta por uma sucessão meta-sedimentar de idade Ediacárica e Paleozoica, desenvolvem-se quatro episódios significativos de sedimentação carbonatada de natureza marinha: Câmbrico (Série 2), Ordovícico Superior, Silúrico superior e Devónico Inferior-Médio. Para além disso, ocasionalmente surgem rochas carbonatadas de natureza marinha nas bacias de idade mississíppica, sejam eles resultantes do desmantelamento de unidades mais antigas (olistólitos) ou resultantes da própria sedimentação marinha de unidades em níveis de natureza carbonatada.&#xD;
&#xD;
É sobre a idade das sucessões carbonatadas paleozoicas da ZOM que se debruça esta excursão realizada no âmbito do XII Congresso Nacional de Geologia. Embora várias unidades carbonatadas tenham sido reconhecidas, poucas são as sucessões meta-sedimentares onde o controlo estratigráfico esteja plenamente estabelecido, sendo alvo de debate há largas décadas. São exemplo disso as sucessões do sector Alter-do-Chão-Elvas, Estremoz, Ferrarias ou Ficalho, onde as sucessões apesar de apresentarem algum controlo bioestratigráfico, isotópico ou geocronológico, continuam sem dados significativos no que respeita à idade das sucessões carbonatadas, ou às sucessões de Viana do Alentejo e Trigaches, onde, face ao tectono--metamorfismo Varisco, apresentam incógnitas no que respeita à sua idade estratigráfica. Em ambos os casos, as idades atribuídas a estas sucessões decorrem das correlações litoestratigráficas com secções espanholas vizinhas, onde as idades das sucessões carbonatadas estão bem definidas, em muito devido às condições de preservação relacionadas com os processos pós-deposicionais (e.g. tectono-metamorfismo varisco e a dolomitização tardia). &#xD;
&#xD;
Ao longo dos últimos anos, os trabalhos realizados nestas sucessões têm aumentado o conhecimento e se há dúvidas e questões que foram estão comsensualmente esclarecidas, outras nem tanto. Nesta excursão pretende-se visitar alguns dos locais emblemáticos onde estas sucessões afloram (e em alguns casos onde são explorados) e discutir in situ a sua génese e significado estratigráfico e geodinâmico.</summary>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Sustentabilidade Insustentável; porque o Antropocénico não existe mas… é importante</title>
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      <name>Dias, Rui</name>
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    <updated>2025-12-10T10:57:02Z</updated>
    <published>2024-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Sustentabilidade Insustentável; porque o Antropocénico não existe mas… é importante
Authors: Dias, Rui
Abstract: A desinformação sobre o momento actual campeia desvairada, alimentando as nossas dúvidas ou, o que é ainda pior, as nossas "certezas"...&#xD;
&#xD;
O clima está a mudar ou não?&#xD;
Vacinar ou não vacinar? &#xD;
Comprar ou não comprar carros eléctricos?&#xD;
Abrir ou não abrir minas e pedreiras?&#xD;
Explorar ou não os recursos geológicos oceânicos?&#xD;
O que comer ou não comer?&#xD;
Suspender ou não a utilização de combustíveis fósseis?&#xD;
O que fazer com a energia nuclear? &#xD;
O que é o hidrogénio verde? e o azul? e o cinzento? e o preto?&#xD;
O gelo está a diminuir ou a aumentar?&#xD;
O Homo sapiens é apenas mais uma espécie?&#xD;
O Antropocénico existe ou não?&#xD;
...&#xD;
&#xD;
Qualquer um se perde numa lista de questões que poderia não ter fim, tal a complexidade do Mundo em que vivemos. E perdemo-nos pois ninguém tem conhecimentos sobre a diversidade e complexidade de todos estes assuntos, de modo a conseguir distinguir o que está certo ou errado... o que se conhece ou o que se tem dúvidas... o que é relevante ou o que é irrelevante...&#xD;
E não temos tempo para ir pesquisar sobre tudo... E, mesmo que tenhamos tempo a tarefa não é fácil, pois não temos conhecimentos para o fazer... pelo menos em todos estes assuntos... Por isto, frequentemente as dúvidas se vão transformando em "certezas" alicerçadas em informações falsas que circulam abundantemente nas redes sociais. &#xD;
&#xD;
Mas o momento é grave... extremamente grave, pois somos mais de oito mil milhões a querer cada vez mais... e a Terra não cresce... mas nós vamo-nos multiplicando... rapidamente... muito rapidamente...&#xD;
&#xD;
Infelizmente, 200 anos depois, se Thomas Malthus conseguisse ver o que se passa agora provavelmente diria com um sorriso irónico, mas triste, "Eu tinha-vos avisado, mas vocês perderam tempo a discutir pormenores em relação ao que eu estava a dizer e, não fizeram nada". Depois de 200 anos parece que não aprendemos nada, pois continuamos a discutir detalhes sobre o que está a acontecer, adiando mais para a frente a necessidade de reverter a situação mas... já não temos 200 anos... Vivemos a ritmos muito mais acelerados e o futuro está bem mais perto e, pode não ter lugar para todos nós e os nossos descendentes, pelo menos se não fizermos nada...&#xD;
&#xD;
Não se pretende que este livro seja um compêndio sobre todos os assuntos referidos, o que o tornaria enorme. Também não se pretende que seja uma simples colectânea de comentários que não dizem nada, como tantas vezes acontece com alguns comentadores, que por aí abundam, falando sobre tudo e mais alguma coisa. Pretende-se que os seus leitores realmente fiquem com uma ideia sobre o que está envolvido em cada um dos temas abordado. Apesar da diversidade e complexidade dos assuntos isto é possível desde que estes sejam explicados numa linguagem acessível, o que não implica necessariamente superficial.&#xD;
&#xD;
Sendo 151 perguntas, muitas vezes escritas ao "correr dos pensamentos", é difícil manter uma homogeneidade ao longo de todo o livro, até porque há assuntos que me entusiasmam mais do que outros e a escrita se arrastou ao longo de vários meses e por vários locais. Mas também não é fácil manter essa homogeneidade de tratamento porque, muitas vezes quando as perguntas foram pensadas e na ordem porque iriam aparecer, a ideia era uma mas, quando a escrita das respostas se iniciava, os pensamentos teimavam em seguir outros rumos. Apesar de tudo, as numerosas "releituras" talvez tenham conseguido garantir uma certa uniformidade que é expectável existir num livro. Mas este não pretende ser um livro normal. Embora tenha sido organizado de modo a haver uma sequência lógica dos assuntos, as perguntas são totalmente independentes, pelo que pode ser um livro que se vai explorando um pouco ao acaso das dúvidas, ou das curiosidades que vão surgindo.&#xD;
&#xD;
A minha esperança é que este possa ser um livro útil aos leitores com que se for cruzando, permitindo-lhes perceber melhor os complexos problemas que nos afectam actualmente, enquanto habitantes colectivos deste lugar a que chamamos Terra. Mas perceber realmente e não apenas naquela meia dúzia de caracteres com que as redes sociais pretendem esclarecer todas as nossas dúvidas. Quantas discussões sobre uma qualquer dúvida não são mortas à nascença sem nunca evoluírem para algo mais profundo, pois alguém agarra logo no omnipresente telemóvel e vai perguntar ao "tio Google" que devolve logo uma resposta telegráfica. Uma resposta que, embora até possa estar correcta, nos satisfaz pois deixámos de valorizar a compreensão profunda dos assuntos, a favor das respostas superficiais que predominam nos populares quizz, com que vamos preenchendo os nossos momentos livres. Que este possa ser um livro que ajude a preencher os tempos livres dos seus leitores, levando-os a pensar e a descobrir mais dúvidas pois, infelizmente vivemos num Mundo que começa a estar povoado de pessoas cheias de certezas.</summary>
    <dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Quadros das Divisões Estratigráficas: Vade-Mécum</title>
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      <name>Cardoso, João Luís</name>
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      <name>Dias, Rui</name>
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      <name>Lemos de Sousa, Manuel João</name>
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      <name>Moreira, Patrícia</name>
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      <name>Rodrigues, Cristina</name>
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      <name>Salgado, Ana</name>
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    <updated>2025-12-10T10:51:09Z</updated>
    <published>2023-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Quadros das Divisões Estratigráficas: Vade-Mécum
Authors: Cardoso, João Luís; Dias, Rui; Lemos de Sousa, Manuel João; Moreira, Patrícia; Rodrigues, Cristina; Salgado, Ana
Abstract: O presente trabalho é um resumo, para facilitar a utilização prática da temática tratada na obra mais desenvolvida dada à estampa sob o título Quadro das Divisões Estratigráficas, integrada na série Thesaurus de Ciências da Terra e editada pela Academia de Ciências de Lisboa (Cardoso et al. 2023).&#xD;
Este vade-mécum corresponde, outrossim, a um parecer consolidado sobre o mesmo assunto, elaborado conjuntamente pela 4.ª seção (Ciências da Terra e do Espaço) da Classe de Ciências e do Instituto de Lexicologia e Lexicografia da Língua Portuguesa, ambos da Academia.&#xD;
Neste enquadramento, do presente trabalho apenas constam, para além da enumeração de regras básicas e tópicos históricos, a terminologia fixada pela Academia das Ciências de Lisboa para figurar nos quadros abaixo listados, completada, sempre que julgado pertinente, por notas explicativas, justificando as principais opções tomadas. Referimo-nos aos quadros abaixo enumerados, que, obviamente, apresentam unidades cronostratigráficas/geocronológicas:&#xD;
– Quadro das Divisões Estratigráficas Internacionais;&#xD;
– Quadro das Divisões Estratigráficas do Ordovícico Ibero-Boémico e sua correlação com os sistemas internacional e do Reino Unido;&#xD;
– Quadro das Divisões Estratigráficas do Carbonífero da Europa Ocidental e a sua correlação com o sistema internacional;&#xD;
– Quadro das Divisões Estratigráficas e da Cronologia do Quaternário.</summary>
    <dc:date>2023-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Dos Mapas Estáticos a uma Geologia de Portugal Dinâmica</title>
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      <name>Dias, Rui</name>
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    <updated>2025-12-10T10:50:51Z</updated>
    <published>2023-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Dos Mapas Estáticos a uma Geologia de Portugal Dinâmica
Authors: Dias, Rui
Abstract: Se o primeiro volume da trilogia Portugal de antes da História pretendeu fornecer o conhecimento geológico fundamental considerado necessário para perceber a evolução geológica do território a que actualmente chamamos Portugal, agora é tempo de começar a olhar para essa evolução. No entanto, ela só é relevante quando alicerçada em factos geológicos dispostos segundo uma sucessão cronológica. A função deste segundo volume é precisamente começar a fornecer esses factos. Isto permitirá que o terceiro volume possa então abordar a complexa e dinâmica evolução de Portugal ao longo dos últimos 600 milhões de anos, durante os quais esta região foi ganhando a forma e a composição que apresenta actualmente.&#xD;
Por se pretender que a evolução geológica de Portugal seja sustentada num conjunto abrangente mas detalhado de dados, optou-se que este volume se baseie na análise de mapas geológicos reais do país. Com efeito, os mapas geológicos são a síntese de uma enorme quantidade de observações de afloramentos geológicos e, por isso, constituem um instrumento extremamente poderoso e fundamental para o conhecimento da geologia de qualquer região. &#xD;
Geologic maps are our most important and complete compilation of information about the solid Earth we live on, and we cannot understand the Earth without them. &#xD;
American Geosciences Institute&#xD;
Mas os mapas geológicos são mais do que apenas uma ferramenta para conhecer a geologia de uma região. Embora frequentemente a sua importância tenda a ser negligenciada, sem a cartografia geológica a geologia regional não seria possível.&#xD;
There is no substitute for the geological map and section - absolutely none. There never was and there never will be. The basic geology still must come first - and if it is wrong, everything that follows will probably be wrong.&#xD;
Wallace, 1975, Mining Engineering, 27, 34-36&#xD;
Deste modo foram selecionados 14 mapas geológicos de várias regiões de Portugal e a várias escalas, a partir dos quais se torna possível evidenciar alguns dos principais processos geológicos que aqui aconteceram nos últimos 600 milhões de anos.&#xD;
Mas dizer que se utilizaram mapas geológicos reais não significa de modo nenhum que se tenham copiado os mapas editados pelo Laboratório Nacional de Energia e Geologia e as instituições que o antecederam . Os detalhes existentes nestes mapas (na maior parte dos casos publicados originalmente na escala de 1/50 000) são excessivos, quando o objectivo é perceber os grandes processos geológicos que condicionaram a geologia das regiões estudadas. Evidentemente que é necessário cartografar estes detalhes quando se está a fazer um levantamento exaustivo e sistemático da Geologia de Portugal, mas neste livro optou-se por simplificar bastante a informação que contêm reduzindo-a aos aspectos essenciais. Por isso as cartas geológicas que aqui são utilizadas correspondem a interpretações livres e simplificadas dos mapas originais. No entanto, em caso algum essas interpretações alteram os factos geológicos que são mostrados e que já eram evidentes nos mapas geológicos reais em que foram inspiradas.&#xD;
Com base nas informações resultantes da interpretação dos mapas selecionados, é possível ir apresentando sínteses parciais da evolução geológica de Portugal. Evidentemente que o detalhe destas sínteses está limitada pela informação disponível. Para facilidade de exposição de um assunto com a complexidade da evolução geológica de Portugal, neste volume optou-se por utilizar apenas a informação existente nos mapas geológicos. Isto deixa de fora não só a informação mais detalhada e imprescindível que se recolhe nos afloramentos, mas também a que se obtém nos estudos de gabinete e de laboratório (e.g. observações microscópicas, análises químicas ou observações paleontológicas). Esta limitação foi assumida pois, apesar de tudo, a riqueza dos mapas geológicos ainda permite caracterizar as grandes linhas evolutivas do passado geológico de Portugal. No último volume da trilogia, esta evolução será então abordada cruzando todas as informações de que dispomos, o que permitirá percebermos em todo o seu esplendor a génese do território onde vivemos. &#xD;
Temos consciência de que a visualização tridimensional das estruturas que aparecem nos mapas sob a forma de padrões de afloramento bidimensionais nem sempre é simples, mesmo quando conjugados com a informação dos cortes geológicos (eles também representações bidimensionais). Por isso, optou-se por fornecer em anexo para todos os mapas os moldes para recortar e montar blocos diagramas tridimensionais, onde estas estruturas aparecem com as relações mais próximas da realidade.&#xD;
Seguindo a mesma filosofia de difundir livremente o conhecimento científico que já foi utilizada no primeiro volume desta trilogia, todos os mapas e figuras deste livro podem ser descarregadas livremente a partir da página do projecto Portugal de Antes da História do Centro Ciência Viva de Estremoz. No caso dos mapas houve o cuidado de que as versões disponibilizadas (por vezes adaptadas a vários níveis de ensino) fossem a preto e branco e com tramas, de modo a que possam ser facilmente duplicados e utilizados em exercícios com os alunos.</summary>
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