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  <title>DSpace Collection:</title>
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  <id>http://hdl.handle.net/10174/1672</id>
  <updated>2026-04-05T03:53:54Z</updated>
  <dc:date>2026-04-05T03:53:54Z</dc:date>
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    <title>La Voce dei Bonecos de Santo Aleixo</title>
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    <author>
      <name>Ferreira, José Alberto</name>
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    <id>http://hdl.handle.net/10174/35756</id>
    <updated>2023-12-05T14:06:00Z</updated>
    <published>2023-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: La Voce dei Bonecos de Santo Aleixo
Authors: Ferreira, José Alberto
Abstract: Nas formas tradicionais (com é o caso dos BSA), a voz detém uma inequívoca centralidade. É, desde logo, uma outra voz aquela que em cena se apresenta, pois os corpos dos actores-marionetistas permanecem ocultos pelos panejamentos do retábulo onde se apresenta o espectáculo. Sem corpo, a voz da performance torna-se literalmente outra: manifesta-se na sua origem sem a materialidade do corpo que a produz, mas inscrevendo-se no corpo-objecto que é a marioneta através da articulação, da pronúncia, do ritmo, das variantes diatópicas, da musicalidade, ou seja, dos valores sígnicos que a voz carreia numa mess'in scena (encenação) que é sobretudo una mess'in voce (encenação vocal). Procuro ao longo deste ensaio equacionar estas questões ao mesmo tempo que apresento o percurso histórico que levou os BSA desde a forma tradicional até ao processo de transmissão e preservação de que foram alvo no final dos anos 70 e que os mantém em actividade como parte de um modelo profissionalizado que é o que hoje têm em Évora. Num segundo tempo, abordo a língua dos Bonecos na dupla componente de voz performativa e de voz filológica, procurando dar conta das relações complexas e subtis que interpenetram a tradição, a transmissão e o espectáculo.</summary>
    <dc:date>2023-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Erehwon: For a cartography of change</title>
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    <author>
      <name>Dima, Dr. Mariza</name>
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      <name>cantinho, Dr. Beatriz</name>
    </author>
    <id>http://hdl.handle.net/10174/27765</id>
    <updated>2020-03-26T16:29:57Z</updated>
    <published>2014-12-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Erehwon: For a cartography of change
Authors: Dima, Dr. Mariza; cantinho, Dr. Beatriz
Abstract: We introduce a work-in-progress collaborative research project, which aims at creating an interactive real time cartography of socio-political performative projects within Europe and beyond. The cartography will be designed as a digital platform for rehearsing new ways of direct democratic practices and experimenting with potential forms of public space transformation that these practices can lead to.</summary>
    <dc:date>2014-12-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>EYE HEIGHT: A project in pictures</title>
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      <name>cantinho, beatriz</name>
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    <updated>2020-03-25T11:51:10Z</updated>
    <published>2010-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: EYE HEIGHT: A project in pictures
Authors: cantinho, beatriz
Abstract: Eye-Height is a choreographic work that activates a scenographic/instrumental    object.    This    object    is    a    ‘stage instrument’   of   six   metres   squared,   made   from   nine   wooden modules,  with  an  undulated  variable  surface,  forty  to  seventy-five centimetres  thick.  Dancers  perform  choreographed  movement  on the  surface  of  the  object,  which  behaves  as  a  resonance  box  for sounds  that  are  created  by  the  friction  and  percussion  of  moving bodies   on   its   surface.   The   vibration   induced   by   the   dancers activates   nine   sets   of   tuned   piano   strings   inside   the   stage instrument. The structure of the device articulates conceptually the qualities   present   in   the   choreography. Eye-Height creates an extensive   landscape   of   performers   (dancers   and   musicians), audience, and space. As suggested by the title, the spectator’s eye is at  the  same  height  as  the  stage-object.  This  position  creates  a specific  relationship  between  the  dancers  and  the  audience.  The landscape  is  perceived  in  layers,  and  thus  creates  a  visual  depth. The  sound  produced  by  the  dancers  also  interacts  with  the  live musicians; the performers share the same music/dance score.</summary>
    <dc:date>2010-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>História(s)	   de	   máquinas	   e	   a	   máquina	   da	   história	   (1a	   parte)</title>
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      <name>Ferreira, José Alberto</name>
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    <id>http://hdl.handle.net/10174/20656</id>
    <updated>2017-02-06T11:35:36Z</updated>
    <published>2016-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: História(s)	   de	   máquinas	   e	   a	   máquina	   da	   história	   (1a	   parte)
Authors: Ferreira, José Alberto
Editors: Cornejo, Francisco
Abstract: A prática e a história da Máquina Real afirma-se como um elemento central do teatro de marionetas peninsular, sobretudo a partir dos estudos empreendidos por Francisco J. Cornejo Vega. Estes estudos permitiram relançar os termos da pesquisa da presença de companhias e de repertório da máquina real no espaço português entre os séculos XVI e XVIII, equacionando influências e interrogando o significativo desenvolvimento setecentista de um teatro de bonecos português — tanto ligado à ópera como às  formas de teatro popular, como os presépios —, até ao lento declinar oitocentista daquela tipologia de teatro.&#xD;
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O que quero propor é que a máquina real, enquanto objecto histórico e desafio historiográfico, se perspective à luz da sua vocação compósita, território onde confluem objectos animados, maquinismos e práticas espectaculares gímnicas  e mecânicas, às quais poderiam acrescentar-se as luminárias e fogos de artifício, as touradas e paradas equestres, as assembleias e outeiros poéticos que caracterizam de forma insistente as práticas espectaculares do nosso século XVIII (como atestam inúmeros títulos de entremezes seetecentistas), alargando assim algum tanto o corpus de objectos mal-amados das histórias do teatro que tradicionalmente se situam nas franjas do sistema teatral. Esta é a primeira etapa desse desiderato.</summary>
    <dc:date>2016-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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