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  <title>DSpace Collection:</title>
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  <id>http://hdl.handle.net/10174/229</id>
  <updated>2026-04-04T03:50:08Z</updated>
  <dc:date>2026-04-04T03:50:08Z</dc:date>
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    <title>As Ciências Sociais no Campo Científico-primeira parte</title>
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      <name>Santos, José Rodrigues dos</name>
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    <updated>2024-07-23T08:52:47Z</updated>
    <published>2008-11-28T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: As Ciências Sociais no Campo Científico-primeira parte
Authors: Santos, José Rodrigues dos
Abstract: A primeira série de questões que trato nesta primeira parte é a seguinte: Serão as CS “verdadeiras” ciências? Se o são, porque são tão diferentes? Em que consiste exactamente tal diferença e que consequências tem para o exercício da prática científica? E o que distingue as "ciências sociais" (CS) das "ciências humanas"?&#xD;
Questões básicas, decerto, mas sem respostas nas obras introdutórias às CS. Ora, é irrecusável que a ausência de definição criteriosa (lógica, simples, operatória) das ciências “sociais” e/ou “humanas” na abertura das obras introdutórias, seja porque os autores renunciam a tarefa demasiado árdua (o que não deixa de ser significativo). Com toda a evidência, não sendo a socialidade uma propriedade exclusiva da espécie humana, é necessário fundamentar a construção de CS centradas na humanidade numa descrição minuciosa dos determinantes comuns a toda e qualquer socialidade; é sobre esse pano de fundo que importa identificar a especificidade da socialidade humana: em que é que as nossas sociedades se afastam do fundo comum? . &#xD;
Outra questão lida com a noção de “Cultura” e formula-se simplesmente em dois patamares: será que a Cultura representa um nível fenomenológico sui generis, distinto do social? E se respondermos afirmativamente, será a Cultura exclusiva da espécie (das sociedades) humana(s), fornecendo por conseguinte o critério que permite distinguir com rigor a espécie humana das outras espécies animais?&#xD;
Não nos parece ser possível hoje em dia dar sentido a um ensino introdutório às CS sem caracterizar as relações entre socialidade animal em geral e socialidade humana, ou, para utilizar a expressão de F. Tinland, sem caracterizar a “diferença antropológica” (Tinland 1977) (Lestel 1996), situando-a no fundo comum de toda e qualquer socialidade. Talvez seja essa uma das lacunas mais chocantes em muitos manuais introdutórios, pois tudo o que pode ser dito da socialidade em geral deve ser dito, sob pena de orientar os estudantes para uma concepção das sociedades humanas como fenómenos separados, absolutamente originais, sem fundamento biológico (ou ecológico) e até sem parentesco com as sociedades animais.  Em nosso entender, a opção, tão frequente, que consiste em abordar directamente o estudo das sociedades (humanas), sem situá-las em relação de pertença comum e de contraste relativo com as sociedades animais impede a formação de um conceito de socialidade suficientemente sólido para fundamentar o estudo das CS.</summary>
    <dc:date>2008-11-28T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Duas perspectivas ortogonais para a determinação do "social"-2</title>
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      <name>Santos, José Rodrigues dos</name>
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    <updated>2024-07-23T08:52:41Z</updated>
    <published>2008-11-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Duas perspectivas ortogonais para a determinação do "social"-2
Authors: Santos, José Rodrigues dos
Abstract: Duas perspectivas  ortogonais sobre o que é "o social":&#xD;
1 Determinação do “social” pela escala de observação ou nível fenomenológico&#xD;
 Os principais defeitos da vulgata pedagógica no que concerne às CS são, em primeiro lugar, uma restrição ilegítima do campo aos fenómenos sociais humanos, exclusivamente, e em segundo lugar uma extensão, também infundada, do campo dos fenómenos sociais à totalidade dos fenómenos humanos (“tudo o que é humano é social”).&#xD;
Aqui, damos à expressão “ciências do social” o sentido de “conjunto de todas as ciências que estudam fenómenos sociais”, quaisquer que sejam as espécies implicadas, obtemos um campo científico mais restrito que a totalidade dos fenómenos humanos, mas mais extenso que os fenómenos sociais humanos.&#xD;
2 Determinação do “social” pela estrutura dos sistemas de relação&#xD;
Ao perfilhar, ainda que a título hipotético, uma concepção do social – da socialidade – que abrange, para além das habituais relações entre indivíduos e grupos de indivíduos da mesma espécie, certas relações (mas obviamente não todas) que se estabelecem entre indivíduos (nomeadamente organismos pluricelulares superiores) de espécies distintas, assim como as que podem interligar seres vivos monocelulares, e ser aplicada com sucesso no domínio da biologia celular; ao acolher uma concepção do social susceptível de descrever até modos de associação entre agentes humanos e não humanos (artificiais), ou apenas entre agentes artificiais1, estamos a admitir que as ciências do social podem concentrar a sua atenção sobre qualquer destes domínios de fenómenos apoiando-se numa epistemologia e numa metodologia fundamentalmente homogéneas. Passamos assim para a construção de um ponto de vista “transversal” que, definindo o social enquanto sistema peculiar de relações, pode ser empregue na descrição de qualquer nível fenomenológico e a qualquer domínio de objectos.</summary>
    <dc:date>2008-11-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Provas de Agregação</title>
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      <name>Banza, Ana Paula</name>
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    <updated>2017-11-29T17:00:01Z</updated>
    <published>2015-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Provas de Agregação
Authors: Banza, Ana Paula
Abstract: Provas de Agregação em Linguística (História da Língua Portuguesa / Crítica Textual): Curriculum Vitae; Relatório; Seminário.</summary>
    <dc:date>2015-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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