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  <title>DSpace Community:</title>
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  <id>http://hdl.handle.net/10174/38421</id>
  <updated>2026-04-11T20:57:12Z</updated>
  <dc:date>2026-04-11T20:57:12Z</dc:date>
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    <title>O Mar e a Arte</title>
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      <name>Ferré, Pere</name>
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      <name>Boto, Sandra</name>
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    <id>http://hdl.handle.net/10174/38802</id>
    <updated>2025-06-17T14:24:00Z</updated>
    <published>2024-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: O Mar e a Arte
Authors: Ferré, Pere; Boto, Sandra
Abstract: A água, ou como veremos o mar ou o oceano, é o elemento a colocar no microscópio&#xD;
da análise que aqui propomos fazer. Se é mais do que sabido que a água é um elemento&#xD;
biologicamente vital, pois dela partimos para a nossa existência, também, paradoxal-&#xD;
mente, nos convoca para a morte, ou para a comunicação, ou, ainda, para o isolamento;&#xD;
sem esquecer a guerra e o comércio. Na água também se observa tanto o cárcere como&#xD;
a liberdade; a bonança e a tempestade. Graças ao movimento das ondas, que no seu seio&#xD;
produzem a música que a nossa imperfeita audição capta, pode surgir o doce embalar,&#xD;
ou o repetitivo eco de uma especial linha melódica. Outras sonoridades nos apresentam&#xD;
a ostensiva manifestação de vitalidade do elemento aquífero. E que dizer das evoluções&#xD;
tecnológicas, desde os mais remotos tempos, com o objetivo de simplesmente navegar,&#xD;
cuja sofisticada evolução científica nos permitiu abalançarmo-nos para os mais ousa-&#xD;
dos salvamentos ou para terríveis máquinas de morte. Contudo, pese embora falar-se&#xD;
de Vida e de Morte, constatámos, até há bem pouco que (em termos históricos) a água&#xD;
era mais um dos elementos indispensáveis para a vida, tal como o ar que respiramos, a&#xD;
terra onde nos reproduzimos e o fogo que participa de forma não menos importante no&#xD;
processo de regeneração deste intrincado mundo: quatro elementos primordiais que,&#xD;
numa constante dialética, são a força motriz de uma sobrevivência global: vida e morte,&#xD;
mas regeneração perpétua. Eis, pois, a primeira harmonia que urge constatar e não&#xD;
perder de vista.&#xD;
Mas a Arte (seja literária, visual ou musical, tão iguais, bem como tão diferentes)&#xD;
também participa desta fusão elementar? Obviamente.</summary>
    <dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Entrelazados ibéricos. Correspondencia entre Ramón Menéndez Pidal y Carolina Michaelis de Vasconcelos, con un apéndice de cartas cruzadas con María Goyri (1898-1924)</title>
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      <name>Boto, Sandra</name>
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    <updated>2025-06-17T14:20:14Z</updated>
    <published>2024-12-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Entrelazados ibéricos. Correspondencia entre Ramón Menéndez Pidal y Carolina Michaelis de Vasconcelos, con un apéndice de cartas cruzadas con María Goyri (1898-1924)
Authors: Boto, Sandra
Abstract: Esta edición organiza y edita la correspondencia que unió a tres de los más destacados filólogos activos en la Península Ibérica entre la segunda mitad del siglo XIX y la primera del XX. Nos referimos a Ramón Menéndez Pidal (1869-1968), a Carolina Michaëlis de Vasconcelos (1851-1925) y a María Goyri Menéndez Pidal (1873-1954). Aquí, se pone de manifiesto, a la luz de un legajo epistolar de una relevancia insospechada, una fructífera y estrecha red de sociabilidad intelectual que contribuyó notablemente a los avances producidos en el campo de la filología románica que se postularon en esta época, y que atraviesan los 94 documentos que la obra transcribe y anota desde unas exigentes pautas editoriales.</summary>
    <dc:date>2024-12-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Abenámar. Cuadernos de la Fundación Ramón Menéndez Pidal</title>
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      <name>Bellido, Sara</name>
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      <name>Boto, Sandra</name>
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    <id>http://hdl.handle.net/10174/38780</id>
    <updated>2025-06-17T14:19:51Z</updated>
    <published>2024-12-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Abenámar. Cuadernos de la Fundación Ramón Menéndez Pidal
Authors: Bellido, Sara; Boto, Sandra
Editors: Bellido, Sara; Boto, Sandra
Abstract: O nº 7 da revista Abenámar. Cuadernos de la Fundación Ramón Menéndez Pidal reúne um monográfico dedicado a "El diálogo en judeoespañol en la literatura profana de los sefardíes de Oriente (ss. XIX-XX)".</summary>
    <dc:date>2024-12-01T00:00:00Z</dc:date>
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