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  <title>DSpace Collection:</title>
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  <id>http://hdl.handle.net/10174/640</id>
  <updated>2026-03-23T09:13:04Z</updated>
  <dc:date>2026-03-23T09:13:04Z</dc:date>
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    <title>Teoria económica versus direitos humanos</title>
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      <name>Branco, Manuel</name>
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    <updated>2015-04-23T16:07:40Z</updated>
    <published>2014-12-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Teoria económica versus direitos humanos
Authors: Branco, Manuel
Editors: Rosas, João Cardoso
Abstract: O objetivo deste artigo é mostrar que a economia dominante é fundamentalmente contraditória com muitos direitos humanos, especialmente Económicos, Sociais e Culturais. Primeiro que tudo a economia dominante tem dificuldade em comunicar com os direitos humanos, a primeira falando a linguagem dos direitos e a segunda a linguagem das necessidades. Em segundo lugar o objetivo de maximização da utilidade social típico da economia dominante pode interferir com os direitos individuais e, finalmente, a linguagem dos problemas económicos opõe-se a uma linguagem dos direitos.</summary>
    <dc:date>2014-12-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Responsabilidade Social e Desenvolvimento Sustentável – Estudos de Caso no Alentejo*</title>
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      <name>Silva, Maria Luísa</name>
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      <name>Jorge, Fátima</name>
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      <name>Moura, Estevão</name>
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    <updated>2015-03-30T16:56:18Z</updated>
    <published>2014-11-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Responsabilidade Social e Desenvolvimento Sustentável – Estudos de Caso no Alentejo*
Authors: Silva, Maria Luísa; Jorge, Fátima; Moura, Estevão
Abstract: A partir da análise teórica dos  conceitos  de  desenvolvimento  sustentável,  responsabili-dade  social  e  sustentabilidade  empresarial,  é  destacada  a  relação  entre  desenvolvi-mento regional e estratégias de sustentabilidade empresarial que integrem práticas de res-ponsabilidade social. Abordadas também à luz da estratégia de desenvolvi mento regional – Alentejo 2015, para evidenciar tal relação reflectimos, neste artigo, sobre as práticas de responsabilidade social  adoptadas  por  quatro  organizações  escolhidas: a EDIA, S.A., uma sociedade anónima de capitais exclusivamente públicos; a Sociedade Agrícola Freixo do Meio, S.A., uma pequena empresa privada pertencente à sociedade que estrutura o gru-po Sousa Cunhal – Investimento, SGPS S.A., a Delta Cafés SGPS, S.A., uma sociedade hol-ding portuguesa de capitais inteiramente privados e o grupo de empresas Esporão, S.A.. Embora com características diferenciadas, estas organizações apresentam alguns aspectos comuns nas práticas de responsabilidade social adoptadas, até ao nível dos factores que influenciam a sua implementação.</summary>
    <dc:date>2014-11-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Responsabilidade Social:Na Governação, nas Empresas e nas Organizações Não Empresariais DO DIAGNÓSTICO À AÇÃO - INTRODUÇÃO</title>
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      <name>Santos, Maria João</name>
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      <name>Seabra, Fernando Miguel</name>
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      <name>Jorge, Fátima</name>
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      <name>Costa, Alice</name>
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    <updated>2015-03-30T13:49:20Z</updated>
    <published>2014-11-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Responsabilidade Social:Na Governação, nas Empresas e nas Organizações Não Empresariais DO DIAGNÓSTICO À AÇÃO - INTRODUÇÃO
Authors: Santos, Maria João; Seabra, Fernando Miguel; Jorge, Fátima; Costa, Alice
Abstract: Apesar do crescente reconhecimento que a RSO adquiriu a nível internacional e da multiplicação de iniciativas neste âmbito, os seus resultados globais estão muito aquém do expectável, continuando a manter-se de forma persistente muitos  dos  problemas  existentes.  Ao nível ambiental, o  envolvimento das grandes economias no controlo das emissões de CO2 e na minimização dos impactes ambientais continua insuficiente. Mantem-se elevada a taxa de desemprego, nomeadamente estrutural, bem como os níveis de pobreza, com custos enormes para o bem-estar dos cidadãos e para o funcionamento das sociedades. &#xD;
Situação que associada a crescentes iniquidades na distribuição de rendimento, persistência de práticas de corrupção e valorização de lógicas de crescimento de curto prazo, colocam em causa, no limite, a própria estabilidade do sistema. Urge por isso contribuir para uma reflexão sobre como a RSO está a ser implementada, pois que os seus efeitos não têm sido globalmente sentidos, e os seus impactes se apresentam bastante limitados.&#xD;
Sendo certo que houve avanços na difusão e na implementação da RSO ainda  existem lacunas por superar. A este propósito importa deixar alguns apontamentos sobre a evolução registada e sobre os hiatos existentes. De entre os avanços registados podem-se salientar alguns aspectos (…)</summary>
    <dc:date>2014-11-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>História e Fundamentos do Direito ao Trabalho</title>
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      <name>Branco, Manuel</name>
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    <id>http://hdl.handle.net/10174/13559</id>
    <updated>2015-03-24T16:56:09Z</updated>
    <published>2014-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: História e Fundamentos do Direito ao Trabalho
Authors: Branco, Manuel
Abstract: Neste artigo faz-se uma breve história do direitos ao trabalho e apresentação os fundamentos para este direito devesse ser considerado um direito humano. Como este tema continua a ser intensamente debatido apresentam-se também algumas críticas à ideia de o trabalho deva ser um direito humano</summary>
    <dc:date>2014-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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