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    <title>Diferenças nos conhecimentos dos/as jovens sobre sexualidade em função da orientação sexual</title>
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      <name>Pelixo, Paulo</name>
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      <name>Sampaio, Ana</name>
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      <name>Pereira, Dulce</name>
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    <updated>2025-12-10T10:39:39Z</updated>
    <published>2024-12-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Diferenças nos conhecimentos dos/as jovens sobre sexualidade em função da orientação sexual
Authors: Pelixo, Paulo; Sampaio, Ana; Pereira, Dulce
Editors: Vieira, Maria Manuela; Vilar, Duarte; Cunha, Vanessa; Ferreira, Tatiana; Pelixo, Paulo; Pinto, Paula; Sampaio, Ana; Pereira, Dulce Gamito
Abstract: A sexualidade é uma dimensão muito importante do desenvolvimento&#xD;
humano (Alonso-Martínez et al. 2021, 172; Leivo et al. 2022,&#xD;
155; Torres-Cortés et al. 2023, 447), com implicações a nível da saúde&#xD;
física e da saúde mental (Barrense-Dias et al. 2020, 166; Morales et al.&#xD;
2018, 340), nomeadamente para os/as jovens (Fernandéz-Rouco et al.&#xD;
2019, 1240).1 Para a promoção de uma vivência positiva da sexualidade,&#xD;
a educação sexual é uma estratégia fundamental (Garzón-&#xD;
-Orjuela et al. 2021, 18; Rasberry et al. 2022, 591). Tratando-se de um&#xD;
processo de ensino e de aprendizagem sobre os aspetos cognitivos,&#xD;
emocionais, físicos e sociais da sexualidade, é fundamental que se&#xD;
promova e divulgue amplamente na sociedade um conjunto de competências,&#xD;
de atitudes e de conhecimentos que são determinantes para&#xD;
uma vivência positiva da sexualidade (UNESCO 2018, 25). Quando&#xD;
aplicada em contexto escolar, a educação sexual constitui uma intervenção&#xD;
de saúde pública (Sell, Oliver e Meiksin 2023, 60; Silva et&#xD;
al. 2022, 11910) que pode influenciar positivamente os/as jovens e promover escolhas saudáveis em relação à sexualidade (Gowen e&#xD;
Winges-&#xD;
Yanez 2014, 791; Seiler-Ramadas et al. 2020, 11080).&#xD;
No entanto, a educação sexual tem sido, muitas vezes, concetualizada&#xD;
e aplicada a partir de perspetivas heterossexistas (Holt 2021,&#xD;
68; Quinlivan 2018, 25), sendo que os programas tendem a não reconhecer&#xD;
de forma significativa os temas relacionados com a orientação&#xD;
sexual (MacEntarfer 2016, 82), invisibilizando e/ou patologizando&#xD;
identidades e comportamentos não heterossexuais (Francis 2017, 56;&#xD;
Gowen e Winges-Yanez 2014, 793; Pampati et al. 2021, 1041). Em&#xD;
Portugal, o tema da orientação sexual tem sido abordado de forma&#xD;
inclusiva na legislação, nomeadamente na Lei n.º 60/2009, que regula&#xD;
a educação sexual nas escolas. Da mesma forma, a proteção dos/as&#xD;
estudantes contra a violência, a discriminação e o bullying, nomeadamente&#xD;
em função da orientação sexual, foram considerados na Lei&#xD;
n.º 51/2012. Desde 2018, no âmbito da Estratégia Nacional para a&#xD;
Igualdade e Não Discriminação, implementaram-se diferentes medidas,&#xD;
nomeadamente em relação ao contexto educacional, de forma a&#xD;
garantir uma maior inclusividade nas escolas (Gato 2022, 21).&#xD;
Contudo, e apesar dos progressos alcançados, o Estudo Nacional&#xD;
sobre o Ambiente Escolar revela que cerca de 75% dos/as jovens&#xD;
inquiridos nunca assistiu a uma abordagem positiva sobre questões&#xD;
LGBTI+ na sala de aula (Pizmony-Levy et al. 2018, 16). Desta forma,&#xD;
são muitas vezes transmitidas mensagens implícitas e explícitas de&#xD;
que as/os jovens LGBTI+ são «diferentes», sendo que essa «diferença»&#xD;
raramente é positiva (Holt 2021, 68). Da mesma forma, o ambiente&#xD;
escolar tende a promover o heterossexismo e a heteronormatividade,&#xD;
desafiando e pressionando alunos/as LGBTI+ (Rawlings 2017, 72).&#xD;
De modo geral, os professores não têm formação profissional sobre&#xD;
questões/necessidades LGBTI+ (Francis 2017, 44; Holt 2021, 68),&#xD;
o que compromete o desenvolvimento de intervenções específicas&#xD;
para estes/as jovens. Neste sentido, as estratégias de educação sexual&#xD;
existentes não correspondem às necessidades de jovens LGBTI+&#xD;
(Gowen e Winges-Yanez 2014, 794), aumentando vulnerabilidades a&#xD;
nível da saúde sexual e reprodutiva destes, porque não é transmitida&#xD;
informação específica relevante para a vivência das suas sexualidades&#xD;
(Garzón-Orjuela et al. 2021, 17; Silva et al. 2022, 11910).&#xD;
A transmissão de conhecimentos baseados em evidências científicas&#xD;
é um aspeto fundamental de muitos programas de educação sexual (Rasberry et al. 2022, 593; Sell, Oliver e Meiksin 2023, 61),&#xD;
tendo já sido demonstrada uma relação positiva entre a educação&#xD;
sexual e o aumento de conhecimentos dos/as jovens sobre sexualidade&#xD;
(Torres-Cortés et al. 2023, 443; UNESCO 2018, 16). O conhecimento&#xD;
sobre sexualidade é um preditor importante para a diminuição&#xD;
de comportamentos sexuais de risco (Fernandéz-Rouco et al. 2019,&#xD;
1241; García-Vásquez, Quintó e Agulló-Tomás 2020, 123; Morales et&#xD;
al. 2018, 339), sendo que menos conhecimentos sobre sexualidade se&#xD;
traduzem em maior vulnerabilidade a nível da saúde sexual e reprodutiva&#xD;
(Fernandéz-García, Gil-Llario e Ballester-Arnal 2021, 1240;&#xD;
Mwamba, Mayers e Shea 2022, 2). Existe, assim, uma relação entre&#xD;
os conhecimentos sobre sexualidade e os comportamentos sexuais de&#xD;
risco (Carvalho et al. 2017, 249; Leivo et al. 2022, 155).&#xD;
A inexistência de intervenções específicas a nível da educação&#xD;
sexual conduz muitos/as jovens não heterossexuais a recorrerem a&#xD;
outras fontes de informação sobre sexualidade e relações sexuais entre&#xD;
pessoas do mesmo sexo, nomeadamente, informação online e pornografia&#xD;
(Gillespie, Armstrong e Ingham 2022, 27; Orte Socias, Sarrablo-&#xD;
-Lascorz e Nevot-Caldentey 2022, 147). Investigação recente sobre&#xD;
esta temática revela que jovens não heterossexuais recorrem mais a&#xD;
informação online do que jovens heterossexuais (Barrense-Dias et al.&#xD;
2020, 168), sendo que o menor acesso a informação fidedigna sobre&#xD;
sexualidade (Silva et al. 2022, 11911) poderá contribuir para as disparidades&#xD;
verificadas em termos da sua saúde sexual e reprodutiva (Cahill&#xD;
et al. 2021, 501; Pampati et al. 2021, 1042).&#xD;
Tendo em conta esta problemática, definimos como objetivo&#xD;
deste estudo a análise das diferenças nos conhecimentos sobre sexualidade&#xD;
dos/as jovens em função da respetiva orientação sexual. Neste&#xD;
estudo, avaliámos os conhecimentos sobre quatro dimensões fundamentais&#xD;
do conhecimento sobre sexualidade (Carvalho et al. 2017,&#xD;
251): métodos contracetivos, infeções sexualmente transmissíveis,&#xD;
corpo e sentimentos e sexualidade.&#xD;
Considerando a informação demográfica recolhida por questionário,&#xD;
a orientação sexual foi, numa primeira etapa classificatória,&#xD;
conceptualizada segundo dois grupos, jovens Heterossexuais (H) e&#xD;
jovens Não Heterossexuais (NH). Numa segunda etapa classificatória&#xD;
e à luz das respostas registadas no referido questionário, a orientação&#xD;
sexual foi classificada segundo seis perfis/categorias de atração sexual: rapazes atraídos por raparigas (RRAP), raparigas atraídas por&#xD;
rapazes (RAPR), rapazes atraídos por rapazes (RR), raparigas atraídas&#xD;
por raparigas (RAPRAP), rapazes atraídos por ambos os sexos (RAS)&#xD;
e raparigas atraídas por ambos os sexos (RAPAS), sendo que as duas&#xD;
primeiras englobam os jovens heterossexuais e as restantes englobam&#xD;
os jovens não heterossexuais.</summary>
    <dc:date>2024-12-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Jordan type of an Artinian algebra, a survey</title>
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    <author>
      <name>Altafi, Nasrin</name>
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      <name>Iarrobino, Anthony</name>
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      <name>Macias Marques, Pedro</name>
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    <id>http://hdl.handle.net/10174/39506</id>
    <updated>2025-10-29T00:22:43Z</updated>
    <published>2024-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Jordan type of an Artinian algebra, a survey
Authors: Altafi, Nasrin; Iarrobino, Anthony; Macias Marques, Pedro
Editors: Nagel, Uwe; Adiprasito, Karim; Di Gennaro, Roberta; Faridi, Sara; Murai, Satoshi
Abstract: We consider Artinian algebras A over a field k, both graded and local algebras. The Lefschetz properties of graded Artinian algebras have been long studied, but more recently the Jordan type invariant of a pair (l, A) where l is an element of the maximal ideal of A, has been introduced. The Jordan type gives the sizes of the Jordan blocks for multiplication by l on A, and it is a finer invariant than the pair (l, A) being strong or weak Lefschetz. The Jordan degree type for a graded Artinian algebra adds to the Jordan type the initial degree of “strings” in the decomposition of A as a k[l] module. We here give a brief survey of Jordan type for Artinian algebras, Jordan degree type for graded Artinian algebras, and related invariants for local Artinian algebras, with a focus on recent work and open problems.</summary>
    <dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Hilbert Functions and Jordan Type of Perazzo Artinian Algebras</title>
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    <author>
      <name>Abdallah, Nancy</name>
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      <name>Altafi, Nasrin</name>
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      <name>De Poi, Pietro</name>
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      <name>Fiorindo, Luca</name>
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      <name>Iarrobino, Anthony</name>
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      <name>Macias Marques, Pedro</name>
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      <name>Mezzetti, Emilia</name>
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      <name>Miró-Roig, Rosa Maria</name>
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      <name>Nicklasson, Lisa</name>
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    <updated>2025-10-27T11:20:04Z</updated>
    <published>2024-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Hilbert Functions and Jordan Type of Perazzo Artinian Algebras
Authors: Abdallah, Nancy; Altafi, Nasrin; De Poi, Pietro; Fiorindo, Luca; Iarrobino, Anthony; Macias Marques, Pedro; Mezzetti, Emilia; Miró-Roig, Rosa Maria; Nicklasson, Lisa
Editors: Nagel, Uwe; Adiprasito, Karim; Di Gennaro, Roberta; Faridi, Sara; Murai, Satoshi
Abstract: We study Hilbert functions, Lefschetz properties, and Jordan type of Artinian Gorenstein algebras associated to Perazzo hypersurfaces in projective space. The main focus lies on Perazzo threefolds, for which we prove that the Hilbert functions are always unimodal. Further we prove that the Hilbert function deter- mines whether the algebra is weak Lefschetz, and we characterize those Hilbert functions for which the weak Lefschetz property holds. By example, we verify that the Hilbert functions of Perazzo fourfolds are not always unimodal. In the particular case of Perazzo threefolds with the smallest possible Hilbert function, we give a description of the possible Jordan types for multiplication by any linear form.</summary>
    <dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>When Do the Moments Uniquely Identify a Distribution</title>
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      <name>Coelho, Carlos</name>
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      <name>Alberto, Rui</name>
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      <name>Grilo, Luís</name>
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    <updated>2025-06-17T09:58:16Z</updated>
    <published>2025-05-05T23:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: When Do the Moments Uniquely Identify a Distribution
Authors: Coelho, Carlos; Alberto, Rui; Grilo, Luís
Editors: Kumar, S.; Arnold, B. C.; Shimizu, K.; Laha, A. K.
Abstract: The authors establish when do the moments E(Xh), for h in some subset C of IR, uniquely identify the distribution of any positive random variable X, that is, when is xh a separating function. The simple necessary and sufficient condition is shown to be related with the existence of the moment generating function of the random variable Y = logX. The subset C of IR is thus the set of values of h for which the moment generating function of Y is defined. Examples of random variables characterized in this way by the set of their h-th moments are given.</summary>
    <dc:date>2025-05-05T23:00:00Z</dc:date>
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