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    <title>DSpace Collection:</title>
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    <dc:date>2026-09-13T09:51:50Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/10174/42567">
    <title>Construção de módulo e-learning sobre o uso de inteligência artificial em contexto académico: Uma experiência na unidade curricular Produção de Recursos Educativos Digitais</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10174/42567</link>
    <description>Title: Construção de módulo e-learning sobre o uso de inteligência artificial em contexto académico: Uma experiência na unidade curricular Produção de Recursos Educativos Digitais
Authors: Sousa, Emily; Cruz, Elisabete; Cumbajín |, Sofía
Abstract: A presente comunicação apresenta uma experiência pedagógica desenvolvida na unidade curricular de formação de futuros educadores intitulada "Produção de Recursos Educativos Digitais", na qual estudantes foram desafiados a conceber e desenvolver um módulo e-learning sobre a referenciação e citação da Inteligência Artificial (IA) em trabalhos académicos, a partir do Referencial para o uso de IA no processo de ensino, avaliação e aprendizagem na UÉ (Despacho n.º 34/2026). A motivação para esta intervenção decorre da necessidade de promover o envolvimento ativo dos estudantes na leitura e compreensão de documentos institucionais, frequentemente percecionados como complexos e pouco aplicáveis ao quotidiano. Em vez de assumirem um papel exclusivamente recetivo, os estudantes foram convidados a transformar a informação presente no referencial num recurso educativo digital dirigido à comunidade académica. A atividade foi desenvolvida segundo uma abordagem de aprendizagem baseada em projetos, estruturada de acordo com as fases do modelo de design instrucional ADDIE, incluindo análise do referencial, seleção dos conteúdos, criação de recursos multimédia e construção de atividades interativas. O módulo resultante aborda a utilização da IA na produção académica com ênfase nas orientações para a sua correta referenciação e citação. Nesta comunicação, serão apresentados o processo de conceção do módulo, as opções pedagógicas adotadas e as aprendizagens evidenciadas pelos estudantes ao longo do desenvolvimento do recurso. Como implicação pedagógica relevante, destaca-se a reconfiguração dos processos de ensino-aprendizagem, dando ênfase ao papel ativo dos estudantes como produtores de conhecimento e criadores de recursos educativos, promovendo uma apropriação crítica e significativa dos conteúdos.</description>
    <dc:date>2026-06-17T23:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/10174/42560">
    <title>PRODIGIA: Um programa-piloto de desenvolvimento profissional docente em IA generativa com abordagem de co-design e dinâmicas participativas.</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10174/42560</link>
    <description>Title: PRODIGIA: Um programa-piloto de desenvolvimento profissional docente em IA generativa com abordagem de co-design e dinâmicas participativas.
Authors: Cruz, Elisabete; Calado, José; Cristóvão, Ana Maria; Pereira, Carolina; Galacho, Cristina; Nogueira, Fernanda; Pereira, Luís; Gonçalves, Teresa
Abstract: A expansão acelerada da IA generativa no ensino superior coloca desafios crescentes ao desenvolvimento profissional docente. Na ausência de enquadramentos pedagógicos consolidados, a integração destas ferramentas tende a ocorrer de forma autónoma e não sistemática. A UÉ tem vindo a responder a este desafio de forma estruturada e em rede, nomeadamente através do consórcio SAPIEN e do Despacho n.º 34/2026, que formaliza o Referencial para o Uso de IA no processo de ensino, avaliação e aprendizagem. O PRODIGIA insere-se neste percurso, aprofundando a sua dimensão investigativa e participativa. Financiado pelo Instituto de Formação Avançada (IIFA.SEED_2026/Nº8), o PRODIGIA visa conceber, prototipar e validar um programa-piloto de desenvolvimento profissional docente, centrado na integração pedagógica crítica, ética e intencional da IA generativa. Dirigido a docentes, adota uma lógica de trabalho iterativa e participativa em que os destinatários são simultaneamente co-designers do programa em desenvolvimento. Assim, o que distingue o PRODIGIA de programas de formação convencionais é justamente a centralidade das dinâmicas de co-construção que colocam a experiência e o conhecimento situado dos docentes no centro do processo. Em fase de Analysis, estão em curso o mapeamento de ofertas formativas existentes e a construção do Instrumento de Diagnóstico de Necessidades Formativas (IDNF-IA), com aplicação prevista em junho de 2026. Entre os resultados globais esperados, destaca-se a proposta de um programa-piloto baseado em evidência, protótipos de Recursos Educacionais Abertos e contributos para a investigação doutoral em curso na UÉ. A abordagem de co-design adotada tem potencial de transferibilidade para outros contextos institucionais e disciplinares.</description>
    <dc:date>2026-06-17T23:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/10174/40595">
    <title>PAPEL DO PESSOAL DOCENTE E NÃO DOCENTE NA PROMOÇÃO DA SAÚDE MENTAL NA COMUNIDADE ACADÉMICA</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10174/40595</link>
    <description>Title: PAPEL DO PESSOAL DOCENTE E NÃO DOCENTE NA PROMOÇÃO DA SAÚDE MENTAL NA COMUNIDADE ACADÉMICA
Authors: Pereira, Anabela
Abstract: A relação entre a saúde mental, a exclusão social e a pobreza constituem atualmente um tema central nas ciências sociais e da saúde, focalizado no individuo, no modo como vive, nas oportunidades de que dispõe e na influência das condições de vida no seu bem-estar. A literatura científica tem demonstrado, de forma consistente, que a pobreza e a exclusão social aumentam o risco de perturbações mentais e dificultam a recuperação, criando um ciclo de vulnerabilidade que tende a perpetuar-se ao longo do ciclo de vida (Lund et al., 2011; World Health Organization [WHO], 2022).&#xD;
A pobreza, que não se limita à ausência de recursos materiais, influencia o equilíbrio psicológico e pode gerar situações indutoras de stress, dificultando o acesso aos cuidados de saúde, quer pela falta de meios financeiros, quer pelo estigma social associado à doença mental. Por outro lado, a exclusão social pode gerar sofrimento psicológico e por sua vez, conduzir ao isolamento e à marginalização (Marmot, 2020).&#xD;
Lidar com esta realidade exige uma abordagem integrada e humana, exigindo intervenção nas condições sociais e económicas, apostar na modificação de comportamentos para a sustentabilidade (Patel et. al. 2018) bem como intervir na doença mental. As evidências indicam que políticas públicas que promovam habitação digna, inclusão laboral e garantias de rendimento, produzem melhorias significativas na saúde mental das populações em situação de vulnerabilidade (Ridley et al., 2020). &#xD;
A pobreza, a exclusão social e a saúde mental estão profundamente interdependentes. A privação económica e o afastamento social deterioram a saúde psicológica. Importa reforçar um compromisso coletivo com a equidade e com a dignidade humana, reconhecendo que uma sociedade verdadeiramente saudável é aquela que cria oportunidades de bem-estar para todos. &#xD;
As instituições do Ensino Superior, pela sua missão, valores e papel ativo no ensino, investigação e intervenção na comunidade cumpre-lhes a responsabilidade de promover a equidade de condições facilitadoras da promoção do sucesso académico e da saúde mental e bem-estar de todos os intervenientes. As intervenções têm sido mais focalizadas nos estudantes (Andrade et al., 2022; Pereira et al. 2025), contudo,  emerge atualmente a necessidade de intervenções direcionadas também para os docentes e não  docentes.&#xD;
Objetivos do workshop &#xD;
Desafiar os participantes a serem agentes ativos promotores da saúde mental nos seus contextos de trabalho, tendo por base o seu auto e hétero conhecimento.&#xD;
Dar a conhecer os objetivos, atividades e outcomes do projeto /VAGAR(MENTE) promotor da saúde mental na Universidade de Évora (Financiado pela DGS).&#xD;
Envolver os intervenientes nas tarefas de trabalho de grupo sobre a temática com particular ênfase: a) Identificar como é que no dia a dia (docentes e não docentes) conseguem promover a saúde mental no Ensino Superior; b) Construir um Kit dos primeiros socorros para promover a saúde mental</description>
    <dc:date>2025-11-27T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/10174/39802">
    <title>Como eliminar as toxinas organizacionais: Um contributo da Psicologia do Trabalho e das Organizações</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10174/39802</link>
    <description>Title: Como eliminar as toxinas organizacionais: Um contributo da Psicologia do Trabalho e das Organizações
Authors: Viseu, João
Abstract: Não facultado pelo autor.</description>
    <dc:date>2023-03-31T23:00:00Z</dc:date>
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