<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" version="2.0">
  <channel>
    <title>DSpace Collection:</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10174/1636</link>
    <description />
    <pubDate>Mon, 06 Apr 2026 13:34:15 GMT</pubDate>
    <dc:date>2026-04-06T13:34:15Z</dc:date>
    <item>
      <title>Monitoring the Mental Health of Portuguese University Students: Insights from Three Academic Years</title>
      <link>http://hdl.handle.net/10174/41449</link>
      <description>Title: Monitoring the Mental Health of Portuguese University Students: Insights from Three Academic Years
Authors: Pinho, Lara Guedes; Marques, Fátima; Fonseca, César; Amaro, Pedro; Silva, Maria João; Afonso, Anabela; Jacinto, Gonçalo; Pereira, Anabela
Abstract: Objective: To assess the prevalence of depressive and anxiety symptoms in university students across three academic years and the factors contributing to these symptoms.&#xD;
Methods: A repeated cross-sectional study was conducted using independent samples each academic year. An online questionnaire was administered to students from seven higher education institutions during the academic years 2022/2023, 2023/2024, and 2024/2025. Depressive symptoms were assessed using the PHQ-9, and anxiety symptoms using the GAD-7. Descriptive and correlational analyses were performed.&#xD;
Results: The samples included 3399, 2136, and 2212 students, respectively. The prevalence of depressive symptoms was 23.7% in the first year, 24.9% in the second, and 23.4% in the third. Rates of moderately severe symptoms were 30.6%, 31.7%, and 33.1%, respectively, and severe symptoms were reported by 6.9%, 7.2%, and 7.9%. For anxiety symptoms, mild levels were reported by 37.9%, 37.7%, and 36.8%; moderate by 22.8%, 23.5%, and 24%; and severe by 14.3%, 15.7%, and 16.3%. No significant differences were observed across academic years.&#xD;
Higher levels of depressive and anxiety symptoms were significantly associated with being female (p &lt; 0.001 across all years) and reporting lower socio-economic status (p &lt; 0.001 across all years, except for anxiety in the first year: p &lt; 0.05). Conversely, more frequent visits home (p &lt; 0.05 in the first year; p &lt; 0.001 in the second and third) and better perceived academic performance (p &lt; 0.05 in the first year; p &lt; 0.001 in the second and third) were associated with fewer symptoms.&#xD;
Conclusions: There is a persistently high prevalence of depressive and anxiety symptoms among Portuguese university students over the three-year period, with no significant variation over time. Female sex and lower socio-economic status were consistent risk factors, while more frequent home visits and better academic self-perception emerged as protective factors. These findings underscore the urgent need for sustained and targeted mental health interventions in higher education settings, particularly for the most vulnerable student populations.</description>
      <pubDate>Sun, 31 Aug 2025 23:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/10174/41449</guid>
      <dc:date>2025-08-31T23:00:00Z</dc:date>
    </item>
    <item>
      <title>A TOMADA DE DECISÃO NUMA UNIDADE DE CUIDADOS INTERMÉDIOS</title>
      <link>http://hdl.handle.net/10174/34125</link>
      <description>Title: A TOMADA DE DECISÃO NUMA UNIDADE DE CUIDADOS INTERMÉDIOS
Authors: Magalhães, Maria Dulce
Abstract: A tomada de decisão é um tema que nos remete para várias questões, e por isso carece de uma maior reflexão e um conhecimento alargado sobre aquilo que os enfermeiros reconhecem como dados clínicos de referência, para as suas decisões e intervenções. Mas também um maior conhecimento da estabilidade desta informação, nos diferentes contextos clínicos e políticas de saúde. Porque há um conjunto de fatores que as podem pôr em causa, por exemplo as alterações nos sistemas de cuidados de saúde; alterações demográficas das populações doentes; o desenvolvimento da ciência de enfermagem; a informatização dos dados clínicos; e o ensino dos juízos clínicos e de categorias diagnósticas comuns. Uma outra questão pela qual é metodologicamente imprudente tomar o processo de decisão como um modelo de raciocínio linear decorre da dinâmica do próprio processo de raciocínio clínico durante a prática dos cuidados. Estas são entre outras questões que devem ser exploradas com os estudantes de enfermagem. Conhecer o desenvolvimento do processo de tomada de decisão é um elemento essencial para a prática clínica. Alguns dos resultados por nós obtidos num processo de investigação com suporte metodológico na Grounded Theory dizem-nos que os enfermeiros usam um raciocínio lógico-dedutivo, apoiado por um processo de categorização dos juízos diagnósticos. Mas os participantes, elementos da pesquisa, também explicitam de forma muito clara que necessitam de um ambiente securizante para criar um sistema de decisão partilhada, que lhes pode reduzir a incerteza nos momentos de decisão e com isso aumentar a segurança das suas decisões.</description>
      <pubDate>Mon, 14 Nov 2022 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/10174/34125</guid>
      <dc:date>2022-11-14T00:00:00Z</dc:date>
    </item>
    <item>
      <title>O IMPACTO DO TRATAMENTO POR QUIMIOTERAPIA NA FAMILIA DO DOENTE COM CANCRO</title>
      <link>http://hdl.handle.net/10174/29398</link>
      <description>Title: O IMPACTO DO TRATAMENTO POR QUIMIOTERAPIA NA FAMILIA DO DOENTE COM CANCRO
Authors: Frade, Maria; Bico, Isabel
Abstract: Introdução&#xD;
A transição demográfica e epidemiológica trouxe consigo o aumento das doenças crónicas em Portugal e o tratamento por quimioterapia nos doentes com cancro surge como um problema de grande impacto para a família, provocando sentimentos, dificuldades socioeconómicas e acumulo de tarefas nos familiares.&#xD;
O estudo que se apresenta teve como objectivo saber o impacto que o tratamento por quimioterapia provoca na família do doente com cancro. Neste sentido procurou-se estudar a importância que a família atribui à doença e ao tratamento; identificar alterações familiares decorrentes desta fase da doença e contribuir para a compreensão do funcionamento da família. &#xD;
 &#xD;
Material e métodos&#xD;
Utilizou-se a abordagem qualitativa, com o uso da entrevista semi-estruturada como fonte de colheita de dados a dezasseis familiares de acordo com os critérios de elegibilidade definidos na pesquisa. Para analisar as informações obtidas a partir das entrevistas, escolheu-se a análise de conteúdo a partir de três áreas temáticas: Confronto do familiar face ao tratamento, Emergência de uma nova dinâmica familiar e as Expectativas face ao tratamento.	&#xD;
&#xD;
Resultados&#xD;
Os sentimentos partilhados pelos familiares quando confrontados com o tratamento do doente, foram de choque que muitas vezes leva à revolta pelo diagnóstico da doença. Refugiam-se na esperança, uma companheira fiel ao longo de todo o processo. No confronto com o tratamento, surgem também sentimentos como a angústia, desespero, apatia e depressão, deixando-os numa profunda tristeza. &#xD;
A comunicação e a informação com o doente são muito importantes. As experiências passadas influenciam sobremaneira a forma como enfrentam a situação actual. A informação importante prende-se com a finalidade, com os efeitos secundários e com mitos e crenças associados ao tratamento. A informação relativamente à finalidade do tratamento é um aspecto que os familiares consideram fundamental pois desse modo parecem conseguir gerir melhor todo o processo da doença. &#xD;
O cancro e a quimioterapia são sinónimos de morte e sofrimento para muitos dos familiares. O facto de o tratamento poder ser um veículo de contágio da doença continua arreigado na mente de algumas pessoas contribuindo por vezes para um afastamento familiar e social. No entanto, o comportamento passado dos membros da família como grupo, pode definir a importância e o modo como os recursos de apoio são solicitados e manejados, os papéis que se esperam dos diferentes membros e o grau de êxito esperado.&#xD;
&#xD;
Conclusões&#xD;
Concluímos que as famílias com doentes com cancro em tratamento por quimioterapia, merecem uma atenção especial dadas as singularidades presentes no decorrer de uma doença de longa duração com tratamentos tão específicos, como é o cancro.</description>
      <pubDate>Fri, 30 Apr 2010 23:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/10174/29398</guid>
      <dc:date>2010-04-30T23:00:00Z</dc:date>
    </item>
    <item>
      <title>A Equipa Multidisciplinar na Reabilitação do Doente Respiratório- Contributo do Enfermeiro Especialista em Enfermagem de Reabilitação.</title>
      <link>http://hdl.handle.net/10174/27196</link>
      <description>Title: A Equipa Multidisciplinar na Reabilitação do Doente Respiratório- Contributo do Enfermeiro Especialista em Enfermagem de Reabilitação.
Authors: Pires, Elsa
Abstract: O papel do Enfermeiro Especialista em Enfermagem de Reabilitação dentro da equipe multidisciplinar está diretamente relacionado com o facto de a enfermagem de reabilitação constituir uma área de intervenção da enfermagem que previne,recupera e reabilita as pessoas com doença súbita ou descompensação do processo crónico, que provoquem alterações funcionais ao nível motor, sensitivo, cognitivo, cardiorrespiratório,da alimentação, eliminação e da sexualidade, promovendo a maximização das capacidades funcionais das pessoas e potencializando o seu rendimento e desenvolvimento pessoal. Assim sendo, o enfermeiro especialista em reabilitação dota as equipes de uma mais valia no programa de reabilitação estabelecido para o doente alvo destes cuidados.</description>
      <pubDate>Wed, 01 Feb 2017 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/10174/27196</guid>
      <dc:date>2017-02-01T00:00:00Z</dc:date>
    </item>
  </channel>
</rss>

