<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">
  <title>DSpace Community:</title>
  <link rel="alternate" href="http://hdl.handle.net/10174/14410" />
  <subtitle />
  <id>http://hdl.handle.net/10174/14410</id>
  <updated>2026-04-17T00:59:35Z</updated>
  <dc:date>2026-04-17T00:59:35Z</dc:date>
  <entry>
    <title>Entre Granitos e Mármores: No património urbano também se aprende geologia</title>
    <link rel="alternate" href="http://hdl.handle.net/10174/41823" />
    <author>
      <name>Moreira, Noel</name>
    </author>
    <author>
      <name>Roseiro, José</name>
    </author>
    <author>
      <name>São Pedro, Diogo</name>
    </author>
    <id>http://hdl.handle.net/10174/41823</id>
    <updated>2026-04-16T15:38:11Z</updated>
    <published>2026-03-31T23:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Entre Granitos e Mármores: No património urbano também se aprende geologia
Authors: Moreira, Noel; Roseiro, José; São Pedro, Diogo
Abstract: Olhar para a história e evolução do Homem é também olhar para a utilização de um conjunto de matérias-primas que, ao longo do tempo, foram sendo manuseadas, transformadas e postas a uso pelas comunidades. Foi a utilização da pedra ou dos metais (cobre, bronze, ferro) que batizou os tempos pré-históricos. Com a entrada na Antiguidade, e com a evolução e organização da sociedade, deixa de fazer sentido batizar as idades pela utilização de matérias-primas, até porque a partir desse período histórico, foram centenas de materiais geológicos que, de forma cumulativa, as sociedades colocaram a seu proveito.&#xD;
Neste percurso urbano pela cidade de Évora olhar-se-á para os edifícios, monumentos e locais do centro histórico desta cidade património mundial da UNESCO de uma forma distinta do que é comum, colocando a utilização de recursos geológicos em evidência, com ênfase para os recursos pétreos utilizados para construir e ornamentar o edificado da cidade. Que matérias primas pétreas foram utilizadas pelos nossos antepassados? Que materiais foram usados pelos romanos? Houve alteração da proveniência e da natureza dos materiais desde a Antiguidade Clássica até à Idade Moderna ou Contemporânea? Quais os materiais pétreos dominantes na cidade de Évora e qual a sua ligação à geologia da região? São perguntas como estas que tentaremos responder ao longo do percurso pela geologia urbana da cidade de Évora.</summary>
    <dc:date>2026-03-31T23:00:00Z</dc:date>
  </entry>
  <entry>
    <title>Evolução geológica das Arribas do Douro em Freixo de Espada à Cinta e Saucelle</title>
    <link rel="alternate" href="http://hdl.handle.net/10174/41822" />
    <author>
      <name>Dias da Silva, Icaro</name>
    </author>
    <author>
      <name>Pereira, Sofia</name>
    </author>
    <author>
      <name>Moreira, Noel</name>
    </author>
    <author>
      <name>Clavijo, Emilio</name>
    </author>
    <author>
      <name>Pereira, João Gil</name>
    </author>
    <author>
      <name>Freire-Lista, David Martín</name>
    </author>
    <id>http://hdl.handle.net/10174/41822</id>
    <updated>2026-04-16T15:37:22Z</updated>
    <published>2026-04-30T23:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Evolução geológica das Arribas do Douro em Freixo de Espada à Cinta e Saucelle
Authors: Dias da Silva, Icaro; Pereira, Sofia; Moreira, Noel; Clavijo, Emilio; Pereira, João Gil; Freire-Lista, David Martín
Abstract: A Geologia é a ciência que estuda a história do nosso planeta. Desde os primórdios dos tempos que a relação entre os processos internos e externos no Planeta Terra modelam a superfície que pisamos, criando condições para a existência de vida nas suas diferentes formas.&#xD;
A Península Ibérica, como laboratório natural de excelência, guarda uma história com cerca de 600 milhões de anos (Ma), que é fundamental conhecer para evoluirmos como uma sociedade resiliente e sustentável, e para saber como preservar o património natural e a sua bio e geodiversidade.&#xD;
Neste Geolodía Transfronterizo, teremos a oportunidade de explorar uma parte importante da evolução do nosso planeta, desde a Era Paleozoico, iniciada há 540 Ma, até à atualidade. Vamos observar vestígios da vida marinha primitiva, formados durante o nascimento de um oceano, e perceber como antigas rochas sedimentares foram deformadas ao longo do tempo, dando origem a cadeias montanhosas que fizeram parte do supercontinente Pangeia. Também iremos compreender como a tectónica de placas continua a atuar no noroeste da Península Ibérica, influenciando a erosão e a ação do Rio Douro e dos seus afluentes, responsáveis por esculpir uma das paisagens mais impressionantes partilhadas entre Portugal e Espanha. Selecionámos quatro (4) paragens onde teremos o privilégio de observar a história das Arribas do Douro internacional. Esperamos que aproveitem este dia e que disfrutem com amigos e família desta paisagem natural que partilhamos entre países irmãos. Feliz Geolodía!</summary>
    <dc:date>2026-04-30T23:00:00Z</dc:date>
  </entry>
  <entry>
    <title>Manual sobre Tecnologias de Remediação de Solos Escavados Contaminados na União Europeia</title>
    <link rel="alternate" href="http://hdl.handle.net/10174/41509" />
    <author>
      <name>Fonseca, Rita</name>
    </author>
    <id>http://hdl.handle.net/10174/41509</id>
    <updated>2026-02-26T14:42:15Z</updated>
    <published>2025-11-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Manual sobre Tecnologias de Remediação de Solos Escavados Contaminados na União Europeia
Authors: Fonseca, Rita
Abstract: Este manual tem como objetivo principal realizar uma avaliação crítica das opções técnicas e do enquadramento jurídico europeu aplicável à valorização de solos escavados contaminados, após processos de remediação. Com base num exercício de benchmarking em dez países de referência da União Europeia com práticas mais consolidadas, foram identificadas as tipologias de solos contaminados, tanto escavados como não escavados, as origens mais comuns da contaminação, as tecnologias de remediação mais utilizadas para viabilizar a sua reutilização, os destinos finais atribuídos aos solos após tratamento e os principais instrumentos legais europeus que regulam a sua valorização.&#xD;
No contexto dos solos escavados contaminados, a ausência de dados harmonizados e de sistemas padronizados de monitorização entre os Estados-Membros dificulta a estimativa precisa das quantidades envolvidas, comprometendo a avaliação de riscos e a definição de estratégias eficazes. Além disso, a inexistência de uma legislação europeia específica e vinculativa para o tratamento destes solos impede uma valorização consistente, levando cada país a aplicar normas próprias, com base em diretivas gerais adaptadas às suas realidades.&#xD;
Constatou-se que Portugal se encontra significativamente atrasado face aos países analisados, tanto ao nível da experiência técnica como da capacidade instalada. Faltam legislação específica e unidades de tratamento adequadas — fixas ou móveis — para responder aos desafios da descontaminação, sobretudo no âmbito de obras de construção civil. Face a este panorama e à necessidade de desenvolver uma estratégia nacional eficiente e adaptada, torna-se essencial recorrer a modelos já testados e bem-sucedidos no contexto europeu. Entre os exemplos mais robustos, destaca-se o modelo dos países nórdicos, como a Suécia e a Finlândia, que combinam estações móveis e modulares — adequadas ao tratamento in situ ou ex situ on-site (evitando o transporte de poluentes e o eventual aumento da sua mobilidade) — com centros off-site bem distribuídos geograficamente, com instalações especializadas em contaminantes particularmente persistentes. Esta abordagem híbrida, equipada com múltiplas tecnologias — adaptadas a solos contaminados por metais ou por compostos orgânicos voláteis, semi-voláteis ou persistentes — permite reduzir custos operacionais, aumentar a eficiência dos tratamentos e minimizar o risco de dispersão de poluentes, promovendo simultaneamente a sustentabilidade ambiental e a economia circular.&#xD;
Adicionalmente, sublinha-se a importância de sistemas de rastreabilidade digital que assegurem o controlo rigoroso dos solos ao longo de todo o processo de escavação, transporte, tratamento e reutilização. A reutilização segura dos solos remediados deve estar condicionada a uma verificação rigorosa da sua qualidade, com base em valores de referência adaptados ao uso final previsto. Solos que não cumpram os critérios estabelecidos devem ser obrigatoriamente encaminhados para aterros licenciados, garantindo a proteção ambiental e da saúde pública.&#xD;
A implementação desta estratégia em Portugal requer um quadro legal robusto, práticas exigentes de caracterização e monitorização dos solos e uma aposta clara na inovação&#xD;
tecnológica. Esta abordagem permitirá, não só reduzir a extração de solos naturais como, também, promover a economia circular e a conservação dos recursos naturais, alinhando-se à Estratégia da UE para os Solos até 2030 (EU Soil Strategy for 2030).</summary>
    <dc:date>2025-11-01T00:00:00Z</dc:date>
  </entry>
  <entry>
    <title>Manual Avançado de Tecnologias e Processos de Remediação de Solos Contaminados</title>
    <link rel="alternate" href="http://hdl.handle.net/10174/41454" />
    <author>
      <name>Fonseca, Rita</name>
    </author>
    <id>http://hdl.handle.net/10174/41454</id>
    <updated>2026-02-25T10:42:48Z</updated>
    <published>2025-08-31T23:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Manual Avançado de Tecnologias e Processos de Remediação de Solos Contaminados
Authors: Fonseca, Rita
Abstract: O Manual Avançado de Tecnologias e Processos de Remediação de Solos Contaminados (Universidade de Évora, 2025) constitui um instrumento de apoio pedagógico à disciplina de Geoquímica Ambiental do Mestrado em Ciências da Terra e da Atmosfera. O manual apresenta uma abordagem sistematizada aos fundamentos conceptuais da contaminação de solos, incluindo a definição de solo contaminado e a contextualização dos valores de background e valores de referência adotados na Europa, estabelecendo a base técnico-regulamentar para a avaliação de risco e tomada de decisão.&#xD;
&#xD;
A obra desenvolve uma análise integrada das principais tecnologias de remediação aplicadas na União Europeia, organizadas segundo a sua implementação in situ e segundo os mecanismos dominantes de atuação: físicos (e.g., extração de vapores do solo, extração multifásica, dessorção térmica, flushing), químicos (oxidação química in situ, estabilização/solidificação) e biológicos (biorremediação e fitorremediação). São discutidos os princípios geoquímicos subjacentes, condições de aplicabilidade, limitações operacionais e critérios de seleção tecnológica.&#xD;
&#xD;
Adicionalmente, o manual aborda estratégias de gestão e controlo geoambiental baseadas em mecanismos físico-químicos e biogeoquímicos combinados, incluindo barreiras reativas permeáveis, encapsulamento/contenção e monitorização natural atenuada, enquadrando-as numa perspetiva integrada de gestão de passivos ambientais.&#xD;
&#xD;
Este trabalho constitui um referencial técnico-científico orientado para a formação avançada, promovendo uma abordagem crítica e fundamentada à seleção e implementação de soluções de remediação sustentáveis</summary>
    <dc:date>2025-08-31T23:00:00Z</dc:date>
  </entry>
</feed>

