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  <title>DSpace Collection:</title>
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  <id>http://hdl.handle.net/10174/14475</id>
  <updated>2026-07-09T20:31:13Z</updated>
  <dc:date>2026-07-09T20:31:13Z</dc:date>
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    <title>Percurso dos corpi santi: entre a escuridão das catacumbas e a luz do presente</title>
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      <name>Palmeirão, Joana</name>
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      <name>Teresa, Ferreira</name>
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    <updated>2026-07-09T16:14:21Z</updated>
    <published>2026-06-30T23:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Percurso dos corpi santi: entre a escuridão das catacumbas e a luz do presente
Authors: Palmeirão, Joana; Teresa, Ferreira
Abstract: Os corpi santi, ossos exumados das catacumbas de Roma, foram, entre os séculos XVI e XIX, um fenómeno religioso transnacional. Em Portugal, constituem um caso singular do património religioso,&#xD;
cuja investigação se intensificou&#xD;
na última década. Este artigo analisa as origens, exumação e distribuição destes relicários de corpo inteiro (simulacra), que evoluíram de composições esqueléticas para&#xD;
modelações mais realistas. Com o&#xD;
declínio da devoção, muitos foram&#xD;
abandonados ou ocultados, sobrevivendo hoje como testemunhos fundamentais para a compreensão das dinâmicas religiosas da época.                                                                 The corpi santi, skeletal remains exhumed from the Roman catacombs, constituted a widespread religious phenomenon from the&#xD;
16th to the 19th centuries. In Portugal, they represent a singular&#xD;
case, whose study has made&#xD;
significant advances over the past decade. This work examines the origins, exhumation and distribution of these full-body reliquaries (simulacra), which evolved from&#xD;
compositions with visible bones to&#xD;
more lifelike models. As devotion&#xD;
declined, many were abandoned or hidden. Today, they serve as crucial testimonies for understanding the religious dynamics of that period.</summary>
    <dc:date>2026-06-30T23:00:00Z</dc:date>
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    <title>DIVERSITY OF MICROBIAL COMMUNITIES ON NATURAL STONES APPLIED IN THE ARCHITECTURAL HERITAGE OF TIANCIZHUANG CAMPUS, SUZHOU, CHINA</title>
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    <author>
      <name>Gao, Xin</name>
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      <name>Ding, Yufan</name>
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      <name>Caldeira, Ana Teresa</name>
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      <name>Wang, Shiruo</name>
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      <name>Schiavon, Nick</name>
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    <updated>2026-06-05T11:43:07Z</updated>
    <published>2025-08-31T23:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: DIVERSITY OF MICROBIAL COMMUNITIES ON NATURAL STONES APPLIED IN THE ARCHITECTURAL HERITAGE OF TIANCIZHUANG CAMPUS, SUZHOU, CHINA
Authors: Gao, Xin; Ding, Yufan; Caldeira, Ana Teresa; Wang, Shiruo; Schiavon, Nick
Abstract: Natural stones provide a favourable environment for microbial growth (Louati et al., 2020). The biodeterioration process is often influenced by lithological properties, including mineral composition and porosity, as well as environmental factors such as climate, temperature, humidity, pollutants, and microenvironmental conditions (Liu et al., 2020; Zhang et al., 2020; Warscheid and Braams, 2000; Meng et al., 2023). As the first Christian university established in China, Tiancizhuang Campus of Soochow University is recognized as a nationally designated architectural heritage site, with significant historical and architectural value. However, detailed information regarding the materials used and their decay patterns—particularly natural stones—remains limited. This study identified the microbial communities on the surfaces of different stone architectural heritages at Tiancizhuang Campus, offering valuable insights for developing conservation approaches that balance efficiency with location’s characteristics and material specificity.</summary>
    <dc:date>2025-08-31T23:00:00Z</dc:date>
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    <title>Ter uma Visão Global : Identificação, mapeamento e estudo das principais anomalias nas pinturas murais de Almada como guias para a sua conservação futura | Getting the Bigger Picture: Diagnosing, Mapping and analysing the Anomalies in Almada’s Mural Painting forfuture Conservation</title>
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      <name>Valadas, Sara</name>
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      <name>Cardoso, Inês</name>
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      <name>Dias, Luís</name>
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      <name>Costa, Mafalda</name>
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      <name>Cardoso, Ana</name>
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      <name>Frade, José Carlos</name>
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      <name>Gil, Milene</name>
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    <updated>2026-04-24T15:21:24Z</updated>
    <published>2025-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Ter uma Visão Global : Identificação, mapeamento e estudo das principais anomalias nas pinturas murais de Almada como guias para a sua conservação futura | Getting the Bigger Picture: Diagnosing, Mapping and analysing the Anomalies in Almada’s Mural Painting forfuture Conservation
Authors: Valadas, Sara; Cardoso, Inês; Dias, Luís; Costa, Mafalda; Cardoso, Ana; Frade, José Carlos; Gil, Milene
Abstract: Da inspeção inicial em campo resultaram uma série de fichas&#xD;
relatório e um glossário visual das&#xD;
anomalias detetadas. Entre os problemas identificados, destacam se as perdas de adesão, com&#xD;
diferentes graus de severidade, e as perdas de coesão frequentemente associadas. Constatou&#xD;
se que algumas camadas cromáticas são mais afetadas, sobretudo os pigmentos verdes,&#xD;
amarelos, castanhos e pretos. Estas observações corroboram os registos das décadas anteriores&#xD;
e acrescentam novas evidências sobre os processos de envelhecimento e degradação dos&#xD;
adesivos e materiais de retoque aplicados em intervenções passadas.&#xD;
Face aos resultados obtidos, foram formuladas três hipóteses para a origem dos fenómenos de&#xD;
deterioração: 1) os materiais e técnicas de pintura empregues pelo artista, 2) a infiltração de&#xD;
água e os ciclos de cristalização e dissolução de sais, e 3) os materiais utilizados nas&#xD;
intervenções de conservação e restauro. Nesta apresentação, dar se á especial enfoque aos&#xD;
pontos 2 e 3, dada a sua influência no estado das pinturas em 2020, 2021 e 2022, e aos&#xD;
resultados que culminaram numa intervenção de emergência num dos murais da Gare Marítima&#xD;
de Alcântara. Adicionalmente, abordar se á a presença e o impacto da biocolonização nas&#xD;
superfícies pintadas, um fator cada vez mais relevante nos processos de deterioração.&#xD;
As análises de Sequenciação de Nova Geração (NGS) identificaram o&#xD;
microbioma&#xD;
predominante nestas obras de arte. Foram detetados vários géneros chave, incluindo&#xD;
Cellulomonas , Methylobacterium , Rubrobacter , Penicillium , Cladosporium , Aspergillus e&#xD;
Stachybotrys , todos reconhecidos pelo seu potencial biodeteriogénico&#xD;
Micrografias obtidas por microscopia eletrónica de varrimento (SEM) forneceram evidências&#xD;
visuais da ação de fungos filamentosos, responsáveis por danos mecânicos nas pinturas. O&#xD;
estudo revelou ainda que materiais orgânicos ricos em carbono, quer provenientes da aplicação&#xD;
original do artista, quer de tratamentos de conservação anteriores, desempenharam um papel&#xD;
crucial na promoção do crescimento microbiano. Esta conclusão é corroborada por imagens de&#xD;
SEM, que evidenciam colonização microbiana em áreas ricas em material orgânico, e por dados&#xD;
de sequenciação metagenómica , que identificaram microrganismos decompositores de matéria&#xD;
orgânica, mesmo em baixas abundâncias. Devido à sua diversidade metabólica, os&#xD;
microrganismos conseguem degradar facilmente moléculas orgânicas, extraindo delas a&#xD;
energia e os compostos estruturais necessários ao seu crescimento.&#xD;
Nas pinturas analisadas, a principal fonte de carbono identificada nas superfícies pictóricas foi o&#xD;
Gelvatol ®, um álcool polivinílico (PVA) aplicado por nebulização durante os tratamentos de&#xD;
conservação e restauro da década de 1970, com o intuito de estabilizar camadas de tinta em&#xD;
destacamento ou pulverulentas. No entanto, não se pode excluir a possível utilização de&#xD;
aglutinantes ou revestimentos orgânicos pelo próprio Almada Negreiros. Embora a&#xD;
documentação oficial classifique as pinturas da gare marítima da Rocha do Conde de Óbidos&#xD;
como frescos, os estudos recentes sugerem que o artista pode ter recorrido a técnicas que vão&#xD;
além da execução tradicional a fresco. Análises por Espectroscopia de Infravermelho com&#xD;
Transformada de Fourier (FTIR), realizadas em 2023, revelaram a presença de óleo, proteína e&#xD;
oxalatos, tanto em camadas pictóricas deterioradas como bem preservadas, juntamente com&#xD;
vestígios de PVA. Face a estes resultados, recomenda se fortemente a implementação de&#xD;
estratégias de mitigação cuidadosamente selecionadas.</summary>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Trazidos à Luz: Os Pigments en poudre pour la fresque da LEFRANC Paris encontrados no Atelier de Almada Negreiros | Brought to Light: The Pigments en poudre pour la fresque by LEFRANC Paris found in Almada Studio</title>
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    <author>
      <name>Costa, Mafalda</name>
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      <name>Cardoso, Ana</name>
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      <name>Gil, Milene</name>
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    <id>http://hdl.handle.net/10174/41912</id>
    <updated>2026-04-24T14:23:12Z</updated>
    <published>2025-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Trazidos à Luz: Os Pigments en poudre pour la fresque da LEFRANC Paris encontrados no Atelier de Almada Negreiros | Brought to Light: The Pigments en poudre pour la fresque by LEFRANC Paris found in Almada Studio
Authors: Costa, Mafalda; Cardoso, Ana; Gil, Milene
Abstract: Este estudo examina os pigmentos em pó rotulados “&#xD;
Couleurs pour la Fresque ” do fabricante&#xD;
LEFRANC Paris, descobertos no atelier de Almada Negreiros. Esses pigmentos, recuperados em&#xD;
2018, oferecem uma perspectiva única sobre os materiais utilizados por Almada Negreiros na&#xD;
produção de suas obras e permitem um entendimento mais profundo do seu processo artístico&#xD;
no contexto dos desenvolvimentos da tecnologia de pigmentos no início do século XX.&#xD;
Entre as aproximadamente quarenta latas seladas e enferrujadas, que ostentavam a marca&#xD;
comercial LEFRANC Paris, foram identificados trinta e três pigmentos diferentes [1]. A maioria&#xD;
dos recipientes apresentava sinais de terem sido abertos, e as quantidades variáveis de&#xD;
pigmentos encontradas no seu interior indicam que foram utilizados por Almada Negreiros [1].&#xD;
Embora a data de aquisição desta impressionante coleção de pigmentos ainda seja&#xD;
desconhecida, o elevado número de latas sugere que a compra poderá ter ocorrido no final da&#xD;
década de 1930 para as comissões das pinturas murais monumentais que Almada Negreiros&#xD;
criou no Edifício da DN e nas estações marítimas de Lisboa.&#xD;
Os pigmentos em pó foram analisado utilizando colorimetria e espetrofotometria, microscopia&#xD;
de luz polarizada, fluorescência de raios X portátil (p FRX) e difração de raios X (DRX),&#xD;
complementados por espetroscopia de infravermelhos com transformada de Fourier (µ FTIR),&#xD;
espetroscopia de infravermelhos com transformada de Fourier com reflexão total atenuada&#xD;
(ATR FTIR) ou espectroscopia de micro Raman , sempre que a identificação do pigmento&#xD;
permanecia incerta [1,2]. Esta abordagem multi analítica facilitou a identificação de pigmentos&#xD;
utilizados tradicionalmente na produção de pinturas a fresco e de materiais sintéticos mais&#xD;
modernos, ilustrando a versatilidade da paleta de Almada Negreiros, bem como a sua natureza&#xD;
inovadora e experimental.&#xD;
Os pigmentos à base de ferro nas tonalidades vermelha, amarela, laranja e castanha formam&#xD;
uma componente significativa da paleta de Almada Negreiros. Pigmentos naturais de terra,&#xD;
como ocres e sienas (e.g., LF6, LF19), foram identificados a par de pigmentos sintéticos Mars&#xD;
(e.g., LF12, LF15). Os primeiros foram historicamente os principais pigmentos usados em&#xD;
pinturas murais a fresco devido à sua estabilidade química em ambientes alcalinos. No entanto,&#xD;
os pigmentos Mars , desenvolvidos nos séculos XVIII e XIX, ofereciam maior poder de&#xD;
tingimento, textura de grão fino e maior pureza química em comparação com seus homólogos&#xD;
naturais. A análise XRD destes pigmentos revelou composições que incluíam hematite (Fe 2 O 3 ) e&#xD;
goethite ( FeOOH ), que contribuíram para as suas respectivas tonalidades vermelhas e amarelas.&#xD;
Pigmentos à base de cádmio (sulfeto de cádmio e&#xD;
sulfosseleneto de cádmio), com tonalidades&#xD;
amarelas, laranjas e vermelhas, também foram encontrados entre os pigmentos recuperados do&#xD;
estúdio de Almada Negreiros [1,2]. Os pigmentos de cádmio, comercializados a partir de&#xD;
meados do século XIX no caso dos amarelos e a partir do século XX no caso dos laranjas e&#xD;
vermelhos, eram valorizados pelas suas tonalidades vibrantes e elevada opacidade. No entanto,&#xD;
estes pigmentos suscitavam problemas de estabilidade no meio alcalino das pinturas a fresco,&#xD;
particularmente os que continham enxofre livre ou otavite (CdCO 3 ) [3].A&#xD;
otavite , identificada em todos os pigmentos amarelos e laranja (LF 1, LF 2, LF 3, LF 25 e LF 26)&#xD;
por espectroscopia de micro Raman , µ FTIR e DRX (Gil et al., 2024; Costa et al., in press ), era&#xD;
frequentemente adicionada como material branqueador, o que conduzia ao desvanecimento&#xD;
da cor no meio alcalino do fresco [3].&#xD;
Esta coexistência de pigmentos naturais e sintéticos recentemente disponíveis com tonalidades&#xD;
vermelhas, amarelas, alaranjadas e castanhas na coleção de Almada Negreiros sublinha a sua&#xD;
capacidade de adaptar materiais tradicionais a par de pigmentos modernos para utilização em&#xD;
pintura mural [1,2].&#xD;
Os pigmentos azuis e verdes identificados na coleção de pigmentos ilustram ainda mais a&#xD;
diversidade da paleta de Almada Negreiros. Azul ultramarino (LF16 e LF28) foi identificado por&#xD;
µ FTIR e DRX. Isso é particularmente notável no caso do pigmento FF28, uma vez que o rótulo&#xD;
do recipiente sugeria que o pigmento era azul de cobalto [1]. Por outro lado, a análise DRX do&#xD;
pigmento LF 29, rotulado como bleu de pompei , permitiu a identificação de um óxido de&#xD;
alumínio cobalto, muito provavelmente azul de cobalto, e branco de zinco [1]. Os pigmentos&#xD;
verdes LF22 e LF30, rotulados de vert à la chaux , e que se pensa serem preparações feitas com&#xD;
terras verdes tingidas com lacas verdes derivadas do verde naftol B [4] ou preparações à base&#xD;
de ftalocianina de cobre [5], revelaram inconsistências intrigantes. Enquanto LF30 foi&#xD;
identificado como viridian , um pigmento à base de crómio por ATR FTIR, LF22 parece ser um&#xD;
pigmento de terra que pode ter perdido a sua tonalidade verde devido à degradação das lacas&#xD;
verdes orgânicas utilizadas no seu fabrico [1]. Estes resultados apontam para a reutilização de&#xD;
recipientes ou para inconsistências nos processos de fabrico da LEFRANC Paris, adicionando&#xD;
complexidade à narrativa da utilização de pigmentos no início do século XX [1,2].&#xD;
O estudo também estabelece ligações entre os pigmentos recuperados do atelier de Almada&#xD;
Negreiros e as suas pinturas murais monumentais previamente analisadas no âmbito do projeto&#xD;
ALMADA. A estreita ligação encontrada entre os pigmentos do atelier e as suas obras murais de&#xD;
grande escala apoia a hipótese de que os pigmentos de LEFRANC Paris foram fundamentais&#xD;
para moldar as caraterísticas cromáticas e técnicas dos seus frescos [1,2].</summary>
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