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  <title>DSpace Collection:</title>
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  <updated>2026-07-07T15:31:45Z</updated>
  <dc:date>2026-07-07T15:31:45Z</dc:date>
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    <title>A deglutição de Stanislavski no Teatro Oficina</title>
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      <name>Lemos, Vitor</name>
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    <updated>2026-07-03T15:29:05Z</updated>
    <published>2003-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: A deglutição de Stanislavski no Teatro Oficina
Authors: Lemos, Vitor
Abstract: Lemos (2003) investiga a apropriação do Método de Stanislavski pelo Teatro Oficina, procurando compreender de que forma os princípios do encenador russo foram reinterpretados por José Celso Martinez Corrêa à luz da antropofagia cultural proposta por Oswald de Andrade. Partindo da advertência do próprio Stanislavski de que o seu método deveria ser adaptado às especificidades culturais de cada país, o autor analisa duas montagens emblemáticas do Teatro Oficina: Os Pequenos Burgueses (1963), de Máximo Gorki, e As Três Irmãs (1973), de Anton Tchekhov. O estudo demonstra que o grupo não reproduziu mecanicamente o sistema stanislavskiano, mas o transformou de acordo com as necessidades artísticas, sociais e políticas do contexto brasileiro.</summary>
    <dc:date>2003-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>A Personagem como Figura: uma perspectiva das ações físicas a partir da leitura de Deleuze para a obra de Francis Bacon</title>
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      <name>Lemos, Vitor</name>
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    <updated>2026-07-03T15:28:39Z</updated>
    <published>2012-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: A Personagem como Figura: uma perspectiva das ações físicas a partir da leitura de Deleuze para a obra de Francis Bacon
Authors: Lemos, Vitor
Abstract: Esta comunicação fará uma abordagem das Ações Físicas de Stanislavski a partir da leitura de Deleuze para a obra de Francis Bacon, apresentada em seu livro A Lógica das&#xD;
Sensações. A noção de Figura como um corpo de sensações que, portanto, resiste à representação, será explorada sobre a perspectiva stanislavskiana a fim de encontrar nela,&#xD;
um recurso de criação da personagem afinado com concepções contemporâneas de arte&#xD;
e teatro. Como suporte para esta reflexão será usado um fragmento da obra A Criação de&#xD;
um Papel, em que Stanislavski apresenta a análise de uma cena de O Inspetor Geral, de&#xD;
Gogol, realizada através do ator em ação. Para Stanislavski, as ações físicas se manifestam no corpo do ator como transformações, emanações (visíveis e invisíveis) que integram o que se entende por personagem e não estão voltadas exclusivamente ao esforço&#xD;
narrativo. É neste aspecto que as deformações dos corpos em Bacon, através da leitura&#xD;
deleuziana, se tornam uma referência pertinente para pensar a construção da personagem através das ações físicas, mesmo que oriunda da literatura dramática, como um projeto que resiste à dimensão exclusivamente figurativa da cena teatral.</summary>
    <dc:date>2012-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Gracias Señor e o ator sem personagem</title>
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      <name>Lemos, Vitor</name>
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    <updated>2026-07-03T15:25:59Z</updated>
    <published>2001-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Gracias Señor e o ator sem personagem
Authors: Lemos, Vitor
Abstract: A comunicação descreve o processo de criação do espetáculo Gracias Señor (1972) com ênfase nos processos explorados para a criação dos atuadores daquele acontecimento.</summary>
    <dc:date>2001-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>O Museu como futuro. Os desafios da transmediação.</title>
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      <name>Ferreira, José Alberto</name>
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    <updated>2022-03-23T16:29:40Z</updated>
    <published>2022-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: O Museu como futuro. Os desafios da transmediação.
Authors: Ferreira, José Alberto
Abstract: Os museus enfrentam hoje desafios transformadores e estimulantes. As narrativas museológicas transformam-se, passando de eunciados que apresentam a missão ou as colecções neles existentes a atentas reflexões sobre responsabilidade histórica, sobre legados e patrimónios, sobre representação social e artística, sobre modos de pertença do museu aos seus públicos, ou melhor, os modos de participação dos públicos na vida e na construção do museu. &#xD;
Desde 2017 que o Centro de Arte e Cultura da Fundação Eugénio de Almeida e o MEIAC mantém uma colaboração estreita, com vista a aprofundar as missões da cooperação transfronteiriça, do diálogo entre territórios no domínio da arte. Neste texto, procuro equacionar os desafios do museu contemporâneo e as respostas que, no plano da cooperação entre as duas instituições, cruzam instituição e missão, públicos e mediações. Ao aproximar estas duas linhas de reflexão procuro, nesta comunicação, identificar alguns dos desafios que se colocam ao museu como instituição da arte contemporânea, e interrogar algumas das possibilidades do que aqui chamarei transmediação.</summary>
    <dc:date>2022-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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