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  <title>DSpace Collection:</title>
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  <id>http://hdl.handle.net/10174/1772</id>
  <updated>2026-05-27T20:55:53Z</updated>
  <dc:date>2026-05-27T20:55:53Z</dc:date>
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    <title>Desenvolvimento de competências de decisão ética em contexto clínico</title>
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      <name>Amoedo, Margarida I. Almeida</name>
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      <name>Nunes, Lucília</name>
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    <id>http://hdl.handle.net/10174/42051</id>
    <updated>2026-05-27T10:05:34Z</updated>
    <published>2026-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Desenvolvimento de competências de decisão ética em contexto clínico
Authors: Amoedo, Margarida I. Almeida; Nunes, Lucília
Abstract: Como o título indica, o capítulo visa abordar os requisitos e as implicações da decisão em contexto clínico. Começa por tratar de vários aspectos da fundamentação ética dessa decisão, seguindo-se um aprofundamento da tomada de decisão, discutida sobre o pano de fundo da deontologia profissional. Por fim, são propostos um exercício de auto-avaliação para profissionais de Enfermagem e leituras orientadas.///////As the title suggests, this chapter aims to address the requirements and implications of decision-making in a clinical context. It begins by examining various aspects of the ethical rationale underpinning such decisions, followed by an in-depth exploration of the decision-making process, discussed against the backdrop of professional ethics. Finally, a self-assessment exercise for nursing professionals and a list of recommended reading are provided.</summary>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>“Fingimento e verdade em Fernando Pessoa e José Marinho”,  Fernando Pessoa e a filosofia em Portugal (coord. Natário, Maria Celeste ; Borges, Paulo; Ribeiro, Nuno),  pp. 131-212.</title>
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      <name>Rivera, Jorge</name>
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      <name>Croce Rivera, Jorge</name>
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      <name>Alberto Rivera, Jorge</name>
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    <id>http://hdl.handle.net/10174/41193</id>
    <updated>2026-02-16T11:59:24Z</updated>
    <published>2024-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: “Fingimento e verdade em Fernando Pessoa e José Marinho”,  Fernando Pessoa e a filosofia em Portugal (coord. Natário, Maria Celeste ; Borges, Paulo; Ribeiro, Nuno),  pp. 131-212.
Authors: Rivera, Jorge; Croce Rivera, Jorge; Alberto Rivera, Jorge
Editors: Natário, Celeste; Borges, Paulo; Ribeiro, Nuno
Abstract: O estudo prolonga a apresentação de quatro textos inéditos de José Marinho sobre a poesia de Fernando Pessoa, recentemente publicados em Orpheu Filosófico, A geração de Orpheu entre artes e filosofia (Lisboa, Ed. Univ Lusófonas, 2022) por um ensaio de exegese e de hermenêutica que procura apontar o seu interesse, não apenas para a significação filosófica da poesia de Fernando Pessoa, mas para a compreensão do pensamento&#xD;
de José Marinho, particularmente a do último estádio da sua meditação.</summary>
    <dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>De novo a Filosofia Portuguesa ou o diálogo não-escrito entre Eduardo Lourenço e o seu Mestre Joaquim de Carvalho</title>
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      <name>Lima, João Tiago</name>
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    <updated>2026-02-09T13:10:53Z</updated>
    <published>2025-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: De novo a Filosofia Portuguesa ou o diálogo não-escrito entre Eduardo Lourenço e o seu Mestre Joaquim de Carvalho
Authors: Lima, João Tiago
Editors: Balla, Evanthia; Viparelli, Irene; Fontes, Paulo Vitorino; Vasques, Rafael Franco
Abstract: Numa conferência realizada, na Figueira da Foz, em Junho de 1992, por ocasião do&#xD;
centenário do seu antigo Mestre, Eduardo Lourenço afirma o seguinte: «Aproximar o nome&#xD;
de Joaquim de Carvalho e o conceito de filosofia portuguesa, parecerá inútil paradoxo a uns e&#xD;
excessiva honra para outros». O presente texto visa mostrar como a influência de Joaquim de Carvalho foi decisiva para a abordagem realizada por Eduardo Lourenço sobre o problema da chamada "filosofia portuguesa".</summary>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Os terminais da identidade</title>
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      <name>Martins, José</name>
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    <updated>2026-02-05T15:38:14Z</updated>
    <published>2025-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Os terminais da identidade
Authors: Martins, José
Editors: Borges-Duarte, Irene; Milhano, Ângelo
Abstract: Propomos reler Blade Runner sobrepondo, àquela que Žižek formula, uma nova e mais primordial paralaxe, a da diferença ontológica. Se a angústia da identidade ôntica – quando suspeito de que ‘quem sou’ não coincide com ‘o que sou’ – deve ser apaziguada por uma identificação com essa mesma fractura insanável que me constitui como ‘diferença ôntica’, entretanto, a minha identidade ontológica (não enquanto ‘humano’, mas enquanto Dasein) é ou faz-se com mais do que com essa diferença ôntica, endógena ao próprio cogito originariamente fendido (em que uma mesma ipseidade fenomenológica de consciência pode corresponder à identidade de dois tipos de ‘terminal’ distintos mas indiscerníveis, o cerebral e o computacional): é uma identificação, já não (I) com os terminais da identidade (terminal neural = ‘afinal’ sou humano / terminal cibernético = ‘afinal’ sou replicante), nem sequer (II) com a condição de terminalidade da própria metafísica da ‘identidade’ (que Žižek partilha com Bukatman e com Scott), mas (III) com uma terminalidade outra, a própria condição ontológica do ser-para-a-morte. E essa idêntica diferença ontológica (o ‘não-ser’ intrínseco ao ‘ser’ de todo e qualquer ‘sou’) identifica mais cedo e mais fundo humanos e replicantes entre si e uns com os outros, porque na raiz originária de ambos, do que as suas díspares identidades ônticas os diferenciam. Roy Batty só iguala a sua vida à dos humanos porque, antes disso, o seu querer-viver é o de um ser-para-a-morte. Nesse ‘para’ se concentra toda a pungência ontológica da morte e toda a dramática e a narratividade de Blade Runner. Quer dizer, tudo o que nele é filosofia e tudo o que nele é cinema: tudo o que nele é imagem, nome e lugar dessa nova e terceira Diferença, que também neste ensaio se debate re-tomando a fundo o sentido de uma ‘filosofia do cinema’. O verdadeiro teste de Turing não é o de Voight-Kampff, mas o de Sein und Zeit: que importa o que / quem sou, e a sua difracção enganadora, se o ser desse sou é (para) o nada – e se a difracção abissal desse ‘para’ é a tensão absoluta daquilo a que chamamos uma vida? E se todos somos Roy Batty no telhado nocturno, sem sequelas.</summary>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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