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  <title>DSpace Collection:</title>
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  <id>http://hdl.handle.net/10174/192</id>
  <updated>2026-08-02T17:16:14Z</updated>
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    <title>POTENCIALIDADES DA AGRICULTURA DE PRECISÃO PARA A IDENTIFICAÇÃO E CONTROLO DA FLORA TÓXICA E AGRESSIVA EM PASTAGENS NO MONTADO</title>
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      <name>Horta Marques, João</name>
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      <name>Belo, Anabela</name>
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      <name>Carreira, Emanuel</name>
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      <name>David, Lioberas</name>
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      <name>Forte, Paulo</name>
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      <name>Vasconcelos, Teresa</name>
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      <name>Serrano, João</name>
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    <updated>2026-01-30T16:49:12Z</updated>
    <published>2025-09-30T23:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: POTENCIALIDADES DA AGRICULTURA DE PRECISÃO PARA A IDENTIFICAÇÃO E CONTROLO DA FLORA TÓXICA E AGRESSIVA EM PASTAGENS NO MONTADO
Authors: Horta Marques, João; Belo, Anabela; Carreira, Emanuel; David, Lioberas; Forte, Paulo; Vasconcelos, Teresa; Serrano, João
Abstract: A Agricultura de Precisão (AP) permite auxiliar o gestor pecuário no processo de tomada de decisão. O ciclo da AP, de forma genérica, inclui 4 fases: monitorização, interpretação, definição de zonas homogéneas de gestão (através de mapas) e gestão diferenciada. O Montado é um sistema agro-silvo-pastoril muito complexo, característico da região Mediterrânica, constituído por animais (ruminantes ou suínos), árvores (sobreiros e/ou azinheiras), e pastagens (naturais ou semeadas) que se desenvolvem normalmente em solos pouco férteis, delgados e ácidos. O conhecimento da sua flora natural é crucial para a gestão do pastoreio. Os animais em pastoreio apresentam comportamentos diferenciados, podendo ingerir somente as espécies mais nutritivas, deixando as restantes (pastoreio selectivo) ou ingerir espécies infestantes da pastagem que podem afectar a sua saúde, diminuído o bem-estar-animal. Existem espécies pratenses, agressivas, tóxicas e medicinais no Montado. Este estudo tem como intuito apresentar a distribuição espacial de espécies indicadoras da degradação da pastagem. O ensaio decorreu em Cambissolos, na Herdade Experimental da Mitra (Universidade de Évora), em duas parcelas de Montado de azinho (área total de cerca de 20 ha), pastoreadas por bovinos (raça alentejana e raça mertolenga, com encabeçamento de 0,6 CN), em pastoreio diferido. Foram inventariadas as espécies botânicas existentes em 24 zonas de amostragem (12 debaixo da influência da copa das árvores e 12 fora), numa pastagem natural biodiversa, no ano de 2020/21. As espécies identificadas foram classificadas em agressivas, tóxicas, infestantes, pratenses e medicinais, permitindo a elaboração de mapas das zonas com a distribuição das espécies tóxicas e agressivas mais frequentes. Foi utilizado o programa Arcmap 10.8.2 e o método de interpolação IDW (“Inverse Distance Weighting”). Contabilizaram-se 62 espécies botânicas. Ambas as parcelas apresentaram todos os grupos de classificação. Os resultados demonstram elevada heterogeneidade intra-parcelar. Zonas sob influência da copa das árvores apresentaram maior proporção de espécies botânicas nutritivas (40,6 ± 16,6 %) e menos infestantes (39,2 ± 15,5 %), em relação a áreas fora da influência da copa das árvores (50,8 ± 13,9 % de espécies nutritivas e 53,6 ± 10,6 % de espécies infestantes). O controlo das zonas com maior cobertura de infestantes (tóxicas ou agressivas) contribuirá para o bem-estar animal e sustentabilidade do Montado. Demonstra-se neste trabalho o potencial da AP para o controlo de infestantes no Montado, de forma directa (herbicida, monda, mobilização, corta-mato) ou indirecta (fertilização), favorecendo as condições ecológicas à instalação e desenvolvimento de espécies benéficas da pastagem.</summary>
    <dc:date>2025-09-30T23:00:00Z</dc:date>
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    <title>Avaliação de soluções de poda para adequação da copa à máquina de colheita num pomar de amendoeira conduzido em sebe</title>
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      <name>Dias, António Bento</name>
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      <name>Dias, Ivo</name>
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      <name>Donno, Patrick</name>
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      <name>Reis, José</name>
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      <name>Rebola, Jorge</name>
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      <name>Falcão, José</name>
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      <name>Pinheiro, Anacleto</name>
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    <id>http://hdl.handle.net/10174/39933</id>
    <updated>2025-12-14T23:20:52Z</updated>
    <published>2023-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Avaliação de soluções de poda para adequação da copa à máquina de colheita num pomar de amendoeira conduzido em sebe
Authors: Dias, António Bento; Dias, Ivo; Donno, Patrick; Reis, José; Rebola, Jorge; Falcão, José; Pinheiro, Anacleto
Abstract: A grande difusão do sistema de condução em sebe no olival tem levado as empresas promotoras deste sistema a investir na sua implementação noutras culturas, como o amendoal e os citrinos. Para implementar um novo sistema de produção é conveniente proceder previamente a ensaios de adequação às condições edafo-climáticas da região.&#xD;
A instalação de um pomar de amendoeiras conduzido em sebe, levou os autores a estabelecerem um ensaio para avaliação de diferentes alternativas de poda. &#xD;
O ensaio foi instalado num pomar de amendoeira da variedade Soleta plantado em setembro de 2014 na Herdade da Torre das Figueiras, Monforte, Portalegre (39º 04’ N, 07º 29’W), com os seguintes tratamentos: T0 (poda agricultor) – poda de verão + poda pós-colheita + poda de inverno. Neste tratamento a poda de verão incluiu corte com máquina de discos na horizontal na parte superior da copa e na vertical  em cada uma das faces laterais, em 2018, 2019 e 2020, tendo sido realizado complemento manual em 2019; a poda pós-colheita incluiu corte com máquina de discos na horizontal (parte superior) e na vertical (faces laterais) em 2017 e poda manual em 2020; a poda de inverno incluiu poda manual em 2018 e poda mecânica (corte horizontal na parte superior da copa) seguida de complemento manual em 2017; T1- sem intervenções de poda em 2017 e poda manual inverno em 2018, 2019 e 2020; T2 – poda pós-colheita com máquina de discos na horizontal (parte superior) e na vertical  (faces laterais) em 2017, 2018, 2019 e 2020; T3 – poda mecânica com corte horizontal (parte superior da copa) e cortes verticais (faces laterais) no verão de 2018, 2019 e 2020 e em pós-colheita em 2017. Em 2018 e 2020, foi realizada poda manual de inverno no T2 e no T3. &#xD;
Para avaliar a eficiência dos tratamentos monitorizou-se a dimensão das árvores à poda e antes da colheita e avaliou-se a produção de amêndoa de cada linha, registando a massa de amêndoa colhida pela máquina automotriz e as perdas de amêndoa para o solo (2017 a 2020).&#xD;
Registaram-se diferenças significativas na massa de miolo colhido por árvore entre os anos (2017-2020). Em 2018 o miolo colhido por árvore no tratamento T2 foi significativamente superior ao dos tratamentos T0 e T3. No entanto a percentagem de perdas de miolo para o solo foi mais elevada no tratamento T1, diferindo significativamente dos restantes tratamentos, quer em 2018 quer em 2019. &#xD;
Em 2020 não se verificaram diferenças significativas no miolo colhido por árvore entre os tratamentos, embora o tratamento T3 tenha registado uma percentagem de perdas para o solo significativamente superior.&#xD;
	O tratamento T2 com mais produção colhida e menos perdas para o solo é a melhor solução.</summary>
    <dc:date>2023-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Contribuição para valorização agrícola de excedentes em olivicultura – Estimativa de  custo de uma pilha de compostagem</title>
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      <name>Dias, A.Bento</name>
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      <name>Sempiterno, C.</name>
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    <author>
      <name>Fernandes, R.</name>
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      <name>Guerreiro, J.</name>
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      <name>Dias, I.L.</name>
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      <name>Nunes, J.R.</name>
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      <name>Cruz, V.</name>
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    <id>http://hdl.handle.net/10174/39921</id>
    <updated>2025-12-14T23:17:41Z</updated>
    <published>2024-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Contribuição para valorização agrícola de excedentes em olivicultura – Estimativa de  custo de uma pilha de compostagem
Authors: Dias, A.Bento; Sempiterno, C.; Fernandes, R.; Guerreiro, J.; Dias, I.L.; Nunes, J.R.; Cruz, V.
Abstract: Os excedentes que o setor olivícola origina anualmente são alvo de tratamento &#xD;
diferenciado. O bagaço húmido produzido nos lagares de duas fases é enviado para unidades &#xD;
que procedem à sua secagem e extração do óleo residual. Os restos de poda são fragmentados &#xD;
e deixados na superfície do solo do olival enquanto que as folhas provenientes da limpeza da &#xD;
azeitona nos lagares têm utilização limitada. Apesar da compostagem ser uma técnica &#xD;
sobejamente divulgada como uma das alternativas a utilizar pelos olivicultores para &#xD;
implementarem práticas de economia circular, a sua utilização não está generalizada. Tal dever&#xD;
se-á a diversos fatores, entre os quais o tempo necessário para a obtenção do composto bem &#xD;
como a noção de que são necessários meios materiais específicos, nomeadamente máquinas &#xD;
para reviramento das pilhas, que requerem investimentos avultados. No âmbito do projeto PRR &#xD;
INOVCIRCOLIVE foi construída na Herdade da Torre das Figueiras-Monforte, uma pilha de &#xD;
compostagem com folhas e ramos provenientes da limpeza da azeitona, estrume de bovino e &#xD;
bagaço húmido descaroçado proveniente de um lagar de duas fases. Procedeu-se à &#xD;
caracterização prévia dos materiais, tendo a pilha ficado com um volume de cerca de 67m3 (30m &#xD;
x 3m x 1,5m). O método de compostagem utilizado foi o de pilha a céu aberto com volteio, &#xD;
sofrendo reviramento quinzenal, rega e fresagem sempre que necessário, tendo estas &#xD;
intervenções sido realizadas com equipamento de uso geral da exploração. Registaram-se os &#xD;
tempos de trabalho de cada uma das intervenções bem como o volume de água gasto na rega. &#xD;
Os encargos associados ao uso dos equipamentos para as diferentes operações foram &#xD;
determinados, a fim de calcular o custo de produção do composto.</summary>
    <dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Avaliação da capacidade produtiva de variedades portuguesas conduzidas em sebe –  12 anos de ensaio</title>
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      <name>Dias, A.Bento</name>
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      <name>Dias, I.L.</name>
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      <name>Figueira, M.</name>
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      <name>Pinheiro, A.</name>
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    <updated>2025-12-14T23:17:29Z</updated>
    <published>2024-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Avaliação da capacidade produtiva de variedades portuguesas conduzidas em sebe –  12 anos de ensaio
Authors: Dias, A.Bento; Dias, I.L.; Figueira, M.; Pinheiro, A.
Abstract: A instalação de olivais superintensivos em Portugal iniciou-se na primavera do ano 2000 &#xD;
com a plantação de dois olivais na zona de Santarém. Estas plantações foram realizadas com a &#xD;
variedade Arbequina numa densidade de plantação de 1975 árvores por hectare (3.75m x &#xD;
1.35m). Em março de 2002 foi instalado um ensaio na Herdade do Lameirões-Safara-Moura, &#xD;
com o objetivo de avaliar a adaptação de variedades portuguesas à condução em sebe. O ensaio &#xD;
foi delineado em blocos casualizados com três repetições segundo uma combinação fatorial de &#xD;
duas densidades de plantação (1850 e 1250 árvores/ha) e 6 variedades (Azeiteira, Cobrançosa, &#xD;
Cordovil de Serpa, Galega, Redondil e Arbequina). O olival foi equipado com sistema de rega &#xD;
gota a gota tendo sido aplicada uma dotação de rega estimada em 1500m3/ha. As árvores foram &#xD;
conduzidas em eixo central livre desde a plantação, não tendo sido realizada nenhuma &#xD;
intervenção de poda desde a plantação até 2009. Em face da dimensão excessiva das árvores, &#xD;
em 2010 foi efetuada uma poda de renovação do olival com poda mecânica complementada &#xD;
manualmente de forma a deixar as árvores apenas com a sua estrutura definida segundo a linha &#xD;
de plantação. A partir desta data até 2021 foram realizadas intervenções de poda mecânica para &#xD;
controlar a dimensão da sebe em 2014, 2015, 2017 e 2019. Procedeu-se à monitorização da &#xD;
dimensão da sebe com 3 medições em cada um dos talhões e quantificou-se a massa de azeitona &#xD;
produzida talhão a talhão. Os resultados obtidos revelaram diferenças significativas na produção &#xD;
de azeitona entre os anos, não se tendo verificado diferenças significativas na produção média &#xD;
por árvore entre variedades. Apesar da menor densidade de plantação ter obtido uma produção &#xD;
média por árvore significativamente superior à registada na maior densidade de plantação, não &#xD;
se verificaram diferenças significativas na produção por hectare.</summary>
    <dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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