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    <dc:date>2026-05-11T10:07:12Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/10174/41964">
    <title>Apresentação: a produção escrita na escola básica</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10174/41964</link>
    <description>Title: Apresentação: a produção escrita na escola básica
Authors: Marçalo, Maria João; Leurquin, Eulália; Figueiredo, Francisco; Tedesco, Teresa
Editors: Leurquin, Eulália; Marçalo, Maria João; Figueiredo, Francisco; Tedesco, Teresa; Souto Maior, Rita
Abstract: a leitura e, principalmente, a produção de textos vêm sendo&#xD;
o centro de muitas discussões e pesquisas acadêmicas quando&#xD;
se tem como foco o ensino e a aprendizagem de línguas. As&#xD;
dificuldades verificadas na compreensão e na produção de textos&#xD;
levam muitos pesquisadores e estudiosos da área das Letras a&#xD;
buscar, evidentemente, não a solução definitiva, mas caminhos&#xD;
que levem a uma prática pedagógica mais objetiva e satisfatória no&#xD;
desenvolvimento da competência discursiva dos estudantes. É, neste&#xD;
contexto, que o número 54 da Revista Caderno Seminal se insere,&#xD;
fruto de pesquisas realizadas por membros do GT ANPOLL – EAPLA –&#xD;
Ensino e Aprendizagem na Perspectiva da Linguística Aplicada – sobre&#xD;
o tema Processos de escrita na escola básica.&#xD;
Trata-se de tema abrangente, interdisciplinar, que deseja&#xD;
atravessar pontos essenciais sobre o desenvolvimento da escrita,&#xD;
a saber: leitura(s), letramento(s), avaliação, reflexões sobre&#xD;
metodologia(s), formação docente, formação discente, relação&#xD;
fala e escrita, escrita e ensino de língua materna, escrita e ensino&#xD;
de língua não materna e de línguas adicionais. Deseja-se que essa&#xD;
ampla temática esteja centrada em um pilar teórico-prático dual:&#xD;
discussão sobre escrita na escola básica, considerando a perspectiva&#xD;
sociointeracionista e os princípios teóricos da linguística aplicada.&#xD;
Esse recorte amplo e específico ao mesmo tempo carrega em si&#xD;
a necessidade de discussão acerca dos processos de ensinar e&#xD;
de aprender esta tecnologia tão fundamental, seus resultados,&#xD;
suas peculiaridades, bem como de se (re)visitarem as teorias que&#xD;
embasam os processos vigentes em sala de aula. Parte-se do&#xD;
pressuposto de que a escrita tem de ser aprendida na escola básica,&#xD;
pois é um conhecimento formal, que, sem dúvida, tem de estar&#xD;
https://doi.org/10.12957/seminal.2025.95781&#xD;
CADERNO SEMINAL 53&#xD;
A produção escrita na escola básica 7&#xD;
APRESENTAÇÃO&#xD;
contemplado no fazer da escola. Não se pode afirmar, entretanto,&#xD;
que as condições para a produção da escrita sejam “dadas”,&#xD;
“ensinadas”, “desenvolvidas”, exclusivamente, pela escola.&#xD;
Vincular as práticas de escrita somente ao processo de&#xD;
escolarização, nas práticas de sala de aula, é deixar de reconhecer as&#xD;
diferentes práticas letradas que existem na sociedade, nos diferentes&#xD;
grupos sociais e nas diferentes comunidades. Por que, então, um&#xD;
debruçar sobre as práticas de escrita na escola básica? Primeiramente,&#xD;
estamos alinhados à perspectiva teórica da Linguística Aplicada,&#xD;
que não está preocupada em aplicar uma teoria a um determinado&#xD;
contexto para testá-la. Debruça-se sobre problemas de relevância&#xD;
social suficientes para exigir respostas teóricas que tragam ganhos&#xD;
às práticas sociais e aos seus participantes, no sentido de uma&#xD;
melhor qualidade de vida, no sentido ecológico (Rojo, 2006). Assim,&#xD;
é inegável o caráter ideológico da pesquisa, bem como a relevância&#xD;
social da prática de escrita na escola – tanto para o desenvolvimento&#xD;
das habilidades de escrita dos estudantes da educação básica quanto&#xD;
para a formação dos licenciandos que se preparam para atuar nesses&#xD;
níveis de ensino. Nas últimas décadas, com o redimensionamento&#xD;
da importância da produção textual em exames de larga escala&#xD;
e vestibulares, as dúvidas sobre os processos de ensino e de&#xD;
aprendizagem da escrita têm se instalado como um grande mote&#xD;
de discussão. De um lado, cursinhos e plataformas de ensino de&#xD;
redação se multiplicam, evidenciando essa corrida do aluno (e do&#xD;
professor) pelo texto ideal; de outro, na escola básica, o processo de&#xD;
aprimoramento da escrita se desenha como um caminho cheio de&#xD;
dificuldades e de particularidades, discutidas nas rodas de conversa&#xD;
em grande parte das salas dos professores.</description>
    <dc:date>2026-04-05T23:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/10174/41417">
    <title>TESTE TORES: UMA PROPOSTA DE TESTE DE AVALIAÇÃO DA COMPREENSÃO ORAL E ESCRITA PARA O PORTUGUÊS EUROPEU EM MEIO ESCOLAR</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10174/41417</link>
    <description>Title: TESTE TORES: UMA PROPOSTA DE TESTE DE AVALIAÇÃO DA COMPREENSÃO ORAL E ESCRITA PARA O PORTUGUÊS EUROPEU EM MEIO ESCOLAR
Authors: Marçalo, Maria João; Martins da Silva, João; Ramalho, Margarida
Editors: Vicente, Renata; Defendi, Cristina; Lima-Hernandes, M. Célia; Santos, Mônica
Abstract: A presente proposta surge da necessidade de identificar instrumentos desenvolvidos especificamente&#xD;
para o português europeu (PE) que visem avaliar a compreensão da linguagem oral e a&#xD;
compreensão da linguagem escrita, por existir uma influência bidirecional entre oralidade e&#xD;
escrita (Baptista et al., 2011) quer em crianças com Desenvolvimento Típico ou Atípico (Adlof &amp;&#xD;
Hogan, 2018; Soares et al., 2022). A escassez de instrumentos nesta área tem impacto quer na&#xD;
identificação de dificuldades, com um evidente aumento recente, quer na planificação de uma&#xD;
intervenção que vá ao encontro das reais necessidades das crianças e jovens. Tanto quanto se&#xD;
sabe, não existe nenhum instrumento de avaliação da linguagem validado para o PE, que avalie&#xD;
simultaneamente, em diferentes faixas etárias, compreensão oral e escrita (Alves et al., 2023).&#xD;
Assim, o presente estudo tem como principal objetivo analisar os testes existentes para avaliar a&#xD;
compreensão da linguagem oral e da linguagem escrita e desenvolver e validar um instrumento&#xD;
controlado linguisticamente que avalie a compreensão da linguagem oral e escrita, de crianças e&#xD;
jovens, matriculados no 3.º e 4.º anos do 1.º Ciclo do Ensino Básico (CEB), com complexificação&#xD;
e abrangência para o 5.º, 6.º e 7.º anos do 2.º e do 3.º CEB, em território nacional. Será um tipo&#xD;
de estudo desenvolvimental e psicométrico com uma amostra representativa do tipo&#xD;
probabilística aleatória simples. Da análise do instrumento validado será possível estabelecer&#xD;
uma linha de base e direcionar a intervenção para as estruturas necessitadas.</description>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/10174/41409">
    <title>Pimentel-Souza, Margarida Maria &amp; Maria João Marçalo. 2025. Ser surdo bilingue: os desafios e saberes de uso e construção de um suporte terminológico colaborativo na Rede surdos. In: Alcina Sousa, Alexandra Nunes, Ana Alexandra Silva &amp; Maria João Marçalo (eds.), Atas do IX Simpósio Mundial de Estudos em Língua Portuguesa – SIMELP &amp; VI Congresso da Associação Internacional de Linguística do Português – AILP, 2344-2358. Funchal: Universidade da Madeira. ISBN 978-65-  272-1875-3. https://static.even3.com/anais/AtasIXSIMELP- VIcongressodaAILP.6dd0976590da4b748e17.pdf.</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10174/41409</link>
    <description>Title: Pimentel-Souza, Margarida Maria &amp; Maria João Marçalo. 2025. Ser surdo bilingue: os desafios e saberes de uso e construção de um suporte terminológico colaborativo na Rede surdos. In: Alcina Sousa, Alexandra Nunes, Ana Alexandra Silva &amp; Maria João Marçalo (eds.), Atas do IX Simpósio Mundial de Estudos em Língua Portuguesa – SIMELP &amp; VI Congresso da Associação Internacional de Linguística do Português – AILP, 2344-2358. Funchal: Universidade da Madeira. ISBN 978-65-  272-1875-3. https://static.even3.com/anais/AtasIXSIMELP- VIcongressodaAILP.6dd0976590da4b748e17.pdf.
Authors: Marçalo, Maria João; Pimentel-Souza, Margarida
Abstract: Pimentel-Souza, Margarida Maria &amp; Maria João Marçalo. 2025. Ser surdo bilingue: os desafios e saberes&#xD;
de uso e construção de um suporte terminológico colaborativo na Rede surdos. In: Alcina Sousa,&#xD;
Alexandra Nunes, Ana Alexandra Silva &amp; Maria João Marçalo (eds.), Atas do IX Simpósio Mundial&#xD;
de Estudos em Língua Portuguesa – SIMELP &amp; VI Congresso da Associação Internacional de&#xD;
Linguística do Português – AILP, 2344-2358. Funchal: Universidade da Madeira. ISBN 978-65-&#xD;
&#xD;
272-1875-3. https://static.even3.com/anais/AtasIXSIMELP-&#xD;
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    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/10174/40434">
    <title>O Monangamba na poesia da Geração da Mensagem</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10174/40434</link>
    <description>Title: O Monangamba na poesia da Geração da Mensagem
Authors: Seca, Hermenegildo Jorge Chaves; Gomes, Fernando
Editors: Sousa, Alcina; Nunes, Alexandra; Silva, Ana Alexandra; Marçalo, Maria João
Abstract: As Artes, mormente as obras literárias, são o espelho da história de uma determinada sociedade. Nelas, os autores podem retratar os diversos episódios e fenómenos históricos sob diversas perspetivas e situações. Tal é o caso do Monangamba (isto é, o Contratado), sobre o qual se escreveu muito no decurso do século XX, tanto em ficção narrativa (como A Trilogia de Camaxilo – A Chaga, Terra Morta e Viragem –, de Castro Soromenho) quanto em poesia versificada, que constitui o corpus da nossa investigação. Neste artigo, pretendemos apresentar uma breve resenha histórica do surgimento do Monangamba na então colónia portuguesa de Angola, tendo como base os decretos publicados para a legislação desse tipo de trabalho, desde o século XIX até à segunda metade do século XX. São exemplo disso (1) a Lei do Trabalho, vinda a público em 1878, que apresentava os procedimentos para o contrato dos serviços dos trabalhadores indígenas; (2) a Lei do Trabalho Corretivo, publicada em 1899, que legislava o trabalho forçado por castigo; e (3) o Código de Trabalho, promulgado em 1911, que, entre outros, proibiu o recrutamento de mão-de-obra para empresas particulares. Em seguida, procedemos ao comentário de dez poemas pertencentes a um trio de escritores angolanos da denominada Geração da Mensagem (da segunda metade do século passado) – Agostinho Neto (4 textos: Velho Negro, Partida para o Contrato, Adeus à Hora da Largada e Quitandeira), António Jacinto (5 textos: Canção do Entardecer, Carta dum Contratado, Monangamba, Castigo p'ro Comboio Malandro e Poema da Alienação) e Mário Pinto de Andrade (1 texto: Muimbu ia Sabalu) – que fazem referência ao modo de vida do Monangamba nos aspetos psico-emocional, socioeconómico, cultural, entre outros.</description>
    <dc:date>2025-12-04T00:00:00Z</dc:date>
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