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    <title>DSpace Collection:</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10174/699</link>
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    <dc:date>2026-07-30T00:06:42Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/10174/41208">
    <title>O associativismo popular em Portugal no século XXI</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10174/41208</link>
    <description>Title: O associativismo popular em Portugal no século XXI
Authors: Nunes, Nuno; Pereira, Jéssica Chainho; Neves, José Soares; Fernandes, Sara
Editors: Nunes, Nuno; Pereira, Jéssica; Neves, José; Fernandes, Sara
Abstract: 0 associativismo popular está presente na vida quotidiana de praticamente todos nós, ainda que o saber acumulado sobre ele não tenha ainda alcançado um patamar de relevância social, cultural, política, económica ou territorial. Este livro pretende, através das perspetivas de analise sociais, diminuir esse hiato e trazer para o grande público associativismo popular português no dealbar do seculo XXI. Ao longo da obra, a realidade associativa e escalpeliza da, principalmente, a partir do grande inquérito nacional ao associativismo popular, a que 112 4 associações responderam. Neste livro, e em boa hora, um largo conjunto de académicos, investigadores, pensadores do associativismo em várias áreas, dispuseram se conhecimento e saber para melhor compreendermos um retrato do presente a pensar no futuro.» .</description>
    <dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/10174/39470">
    <title>Jovens e educação sexual: contextos, saberes e práticas</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10174/39470</link>
    <description>Title: Jovens e educação sexual: contextos, saberes e práticas
Authors: Vieira, Maria Manuel; Vilar, Duarte; Cunha, Vanessa; Ferreira, Tatiana; Pelixo, Paulo; Pinto, Paula; Sampaio, Ana; Pereira, Dulce Gamito
Editors: Vieira, Maria Manuela; Vilar, Duarte; Cunha, Vanessa; Ferreira, Tatiana; Pelixo, Paulo; Pinto, Paula; Sampaio, Ana; Pereira, Dulce Gamito
Abstract: A opinião pública nacional confronta-se periodicamente com&#xD;
notícias sobre relacionamentos sociais veiculadas pelos media que&#xD;
geram alarme social: episódios de violência conjugal ou no namoro,&#xD;
relatos de homofobia, acusações de assédio sexual ou mesmo de estupro,&#xD;
ocorrência de casos de gravidez precoce, preocupação com doenças&#xD;
sexualmente transmissíveis. Na verdade, tal imagem é tão-só o&#xD;
espelho do que a abordagem mediática permite captar da realidade.&#xD;
Ora, sabe-se que o debate público suscitado pelos media enforma&#xD;
de efeitos de potenciação conhecidos: decorre ao sabor arbitrário da&#xD;
agenda setting e incide primordialmente sobre casos individuais e perceções&#xD;
subjetivas, não raro com cunho alarmista, em detrimento de&#xD;
abordagens mais amplas, fundamentadas em investigações rigorosas,&#xD;
sobre os mesmos fenómenos.&#xD;
O estudo que agora se apresenta pretende oferecer um outro olhar&#xD;
sobre afetos, relações amorosas e sexualidade. Mais especificamente,&#xD;
debruça-se sobre a educação sexual de jovens, em Portugal, as suas&#xD;
práticas e sentimentos concernentes às relações amorosas e sexuais,&#xD;
e as ajudas e os recursos que são mobilizados nesse domínio.&#xD;
São vários os espaços e múltiplos os atores envolvidos na educação&#xD;
sexual dos jovens. A família e o grupo de amigos destacam-se nesta&#xD;
matéria, pela proximidade relacional e afetiva que os une. A democratização&#xD;
crescente das relações familiares observada na contemporaneidade&#xD;
e a banalização da abordagem da sexualidade nos media e nas&#xD;
redes sociais tem favorecido uma maior abertura para o diálogo entre&#xD;
pais e filhos, no espaço doméstico, o que contempla uma pluralidade&#xD;
de assuntos outrora considerados tabu. Torna-se quase impossível&#xD;
excluir, como dantes, estes temas da comunicação entre pais e filhos.&#xD;
Por sua vez, a escolarização alongada tem permitido criar e consolidar&#xD;
uma rede de amigos alimentada quotidianamente no espaço físico&#xD;
da escola ou fora dela, potenciada agora com as novas tecnologias&#xD;
digitais. A intensidade comunicacional estabelecida acompanha o&#xD;
processo de crescimento e amadurecimento dos jovens adolescentes,&#xD;
englobando, inevitavelmente e como sempre aconteceu, as preocupações&#xD;
amorosas e da intimidade sexual.&#xD;
Para além destes atores, a escola tem sido também um interveniente&#xD;
cada vez mais ativo neste tema. Com efeito, a educação sexual escolar&#xD;
tem vindo a afirmar-se na Europa (Ketting e Ivanova 2018), nomeadamente&#xD;
por influência de instâncias internacionais preocupadas com&#xD;
a promoção da saúde (OMS) e a educação das crianças e dos jovens&#xD;
(UNESCO). Em Portugal, a educação sexual escolar é uma questão&#xD;
debatida desde os anos 80 do último século (Vilar 2009), quando foi&#xD;
aprovada a legislação que a institui no sistema educativo. Desde então,&#xD;
este domínio de educação para a cidadania e para a saúde tem vindo&#xD;
a instalar-se como área de formação no espaço escolar.&#xD;
É neste contexto social que surge o presente estudo. Sendo a adolescência&#xD;
um período vital de exploração e de descoberta sexuais, seria&#xD;
importante apurar o nível de educação sexual dos jovens portugueses,&#xD;
as suas fontes de informação e, também, o papel da escola neste&#xD;
processo. O projeto de investigação que ora se apresenta replica um&#xD;
estudo realizado em 2008, comparando e atualizando os resultados e as&#xD;
tendências então apurados. Nessa altura, no âmbito do estudo «A educação&#xD;
sexual dos jovens portugueses – conhecimentos e fontes», foi lançado&#xD;
um inquérito por questionário a estudantes do Ensino Secundário&#xD;
(Vilar, Ferreira e Duarte 2009). Os resultados obtidos evidenciaram que,&#xD;
embora a maioria dos jovens da amostra (2621) apresentasse um nível&#xD;
de conhecimentos bastante satisfatório, os temas mais deficitários incidiam&#xD;
sobre questões práticas referentes aos métodos contracetivos e a&#xD;
informação sobre as Infeções Sexualmente Transmissíveis (com exceção&#xD;
da SIDA). Por sua vez, revelava-se diminuto o recurso a profissionais&#xD;
e a serviços de saúde. Em suma, o estudo sugeria o muito que haveria&#xD;
ainda a fazer no domínio da educação sexual escolar.&#xD;
Em 2018, alguns dos membros e das entidades protagonistas do&#xD;
estudo «A educação sexual dos jovens portugueses – conhecimentos&#xD;
e fontes» desafiaram um grupo de investigadores1 a desenvolver um&#xD;
1 As duas instituições pioneiras no primeiro estudo (APF – Associação para o&#xD;
Planeamento da Família, agora representada por Paulo Pelixo, e o ICS – Instituto de Ciências Sociais, representado por Maria Manuel Vieira, Vanessa Cunha e Tatiana&#xD;
Ferreira) associaram-se ao CLISSIS – Centro Lusíada de Investigação em Serviço&#xD;
Social e Intervenção Social, agora coordenado por Duarte Vilar, coautor do primeiro&#xD;
estudo, para desenvolver este novo projeto.&#xD;
&#xD;
novo projeto de investigação que respondesse à questão: dez anos&#xD;
depois, o que mudou? Com efeito, alguns anos após a implementação&#xD;
efetiva da educação sexual escolar em Portugal, pouco se conhecia&#xD;
sobre a qualidade dessa formação e o impacto que estaria a ter nos&#xD;
conhecimentos, atitudes e comportamentos dos jovens. Era também&#xD;
insuficientemente conhecido o lugar que a família, os professores,&#xD;
os pares e os profissionais de saúde desempenhavam como fonte de&#xD;
informação, recurso ou suporte nesta matéria.&#xD;
Trabalhando com alguma dose de voluntarismo e muita perseverança&#xD;
para ultrapassar os vários desafios que se colocaram ao processo&#xD;
de pesquisa – novas regras relativas ao Regulamento Geral de Proteção&#xD;
de Dados; obstáculos impostos pela tutela de uma das Regiões&#xD;
Autónomas; dois anos de confinamentos pandémicos intermitentes;&#xD;
condicionalismos relativos ao calendário escolar –, a equipa de investigação&#xD;
concluiu finalmente o projeto quatro anos após o seu arranque,&#xD;
tendo apresentado publicamente os primeiros resultados numa&#xD;
conferência realizada em abril de 2022. Esta iniciativa foi acompanhada&#xD;
pela publicação do relatório do estudo, contendo o conjunto&#xD;
da informação coligida, de forma simples e visualmente atrativa, para&#xD;
um público alargado (Ferreira et al. 2022).&#xD;
A obra que agora se apresenta pretende aprofundar alguns dos&#xD;
temas abordados explorando, de forma mais analítica e substantiva,&#xD;
os resultados do questionário lançado em 2021 a jovens dos 10.º e&#xD;
12.º anos de escolas do continente e das Regiões Autónomas.&#xD;
O primeiro capítulo, da autoria de Tatiana Ferreira, debruça-se&#xD;
sobre questões ético-metodológicas relativas ao processo de investigação,&#xD;
assim como apresenta e caracteriza a população inquirida neste&#xD;
estudo. As questões éticas decorrentes de estudos com populações&#xD;
tuteladas e envolvendo temáticas sensíveis, como a sexualidade, têm&#xD;
sido objeto de parca reflexão. Tão importante quanto o desenho e os&#xD;
procedimentos metodológicos, a dimensão ética assume cada vez mais&#xD;
preponderância na investigação que envolve seres humanos, pelo que&#xD;
este capítulo constitui um assinalável contributo para esse debate.&#xD;
Vanessa Cunha propõe-se refletir, no capítulo que intitulou&#xD;
«Jovens, agregados domésticos e comunicação sobre sexualidade e&#xD;
intimidade: mudanças na vida familiar e o lugar do pai na comunicação&#xD;
», sobre o impacto das mudanças ocorridas nas últimas décadas nas&#xD;
famílias, em Portugal, ao nível da educação e da comunicação entre&#xD;
os jovens e os seus pais em temáticas da sexualidade e das relações&#xD;
amorosas. O lugar dos progenitores nesta matéria e, nomeadamente,&#xD;
a importância da composição dos agregados domésticos e da corresidência&#xD;
(ou não) com a mãe e com o pai são, neste capítulo, escalpelizados&#xD;
com base no tratamento estatístico dos resultados do inquérito.&#xD;
O capítulo seguinte «Silêncios sociologicamente pertinentes:&#xD;
jovens adolescentes que não falam com ninguém sobre assuntos relacionados&#xD;
com sexualidade» aprofunda um subgrupo pouco numérico,&#xD;
mas não menos interessante, do ponto de vista analítico, constituído&#xD;
pelos inquiridos que indicam não ter falado com ninguém sobre&#xD;
temas de sexualidade no último ano. Utilizando uma abordagem&#xD;
comparativa (jovens que não falaram versus jovens que falaram com&#xD;
alguém sobre sexualidade), Maria Manuel Vieira pretende identificar&#xD;
eventuais fatores diferenciadores (características sociodemográficas,&#xD;
qualidade dos conhecimentos sobre sexualidade, práticas sexuais) que&#xD;
permitam entender tais silêncios.&#xD;
Paulo Pelixo, Ana Sampaio e Dulce Pereira propõem-se examinar&#xD;
um outro subgrupo populacional neste estudo: aqueles/as que&#xD;
declaram uma orientação não heterossexual. Partindo do pressuposto,&#xD;
sugerido em alguns estudos, da existência de um défice de informação&#xD;
e de recursos adequados às necessidades específicas com que as jovens&#xD;
populações LGBTI se confrontariam no âmbito da educação sexual&#xD;
escolar, o capítulo 4 vai analisar eventuais diferenças nos conhecimentos&#xD;
sobre sexualidade dos/as jovens, em função da respetiva&#xD;
orientação sexual.&#xD;
No capítulo 5, «Educação sexual como prevenção de riscos?&#xD;
Conhecimento e práticas sexuais dos jovens adolescentes», Maria&#xD;
Manuel Vieira debate o tema do risco, nas sociedades contemporâneas,&#xD;
articulando-o mais especificamente com as práticas juvenis.&#xD;
Sendo a educação sexual entendida como um contributo fundamental&#xD;
para prevenir comportamentos de risco, no que respeita às relações&#xD;
amorosas e à sexualidade, a autora vai indagar se um maior conhecimento&#xD;
sobre sexualidade se associa a práticas preventivas de risco, por parte dos jovens inquiridos, ou se os comportamentos sexuais dos&#xD;
jovens se orientam por outro tipo de critérios – que importa conhecer.&#xD;
Justamente, a escola tem vindo a assumir um certo protagonismo&#xD;
na educação sexual dos jovens, por força de políticas educativas que&#xD;
a inscrevem como elemento de uma educação para a cidadania e de&#xD;
uma educação para a saúde. No capítulo 6, «A educação sexual na&#xD;
escola vista pelos jovens», Duarte Vilar dedica-se a aprofundar este&#xD;
tema, começando por identificar diferentes conceções de abordagem&#xD;
da educação sexual escolar, fazendo depois uma viagem pelas políticas&#xD;
de educação sexual concebidas nas últimas décadas em Portugal,&#xD;
terminando, com recurso aos dados do inquérito, com a perceção dos&#xD;
jovens inquiridos sobre os temas de educação sexual abordados no&#xD;
3.º ciclo do Ensino Básico e no Ensino Secundário.&#xD;
Paula Pinto explora, no capítulo 7, a questão do «acesso e obstáculos&#xD;
dos jovens a recursos de saúde sexual e reprodutiva». Depois&#xD;
de um périplo sobre as diretivas nacionais e internacionais relativas&#xD;
aos direitos de saúde sexual e reprodutiva, entre as quais se incluem&#xD;
também apoios e recursos como instituições, projetos e iniciativas&#xD;
que visam garantir tais direitos, a autora vai apurar em que medida&#xD;
os jovens inquiridos acedem e usufruem desses apoios e qual(is) o(s)&#xD;
motivo(s) que os levaram a recorrer aos mesmos.&#xD;
O livro termina com um capítulo da autoria de Duarte Vilar&#xD;
que pretende identificar, através de uma comparação exaustiva dos&#xD;
resultados do estudo de 2008, «A educação sexual dos jovens portugueses&#xD;
– conhecimentos e fontes», com os do estudo de 2021 em&#xD;
que se baseia esta obra, os traços de permanência e de mudança&#xD;
nos conhecimentos, relações amorosas, comportamentos sexuais e&#xD;
recursos mobilizados pelos jovens neste período de 15 anos pautado&#xD;
por importantes alterações nas políticas educativas e nas práticas&#xD;
juvenis. Esse exercício comparativo permite dar destaque a alguns&#xD;
dos resultados mais relevantes deste estudo, sintetizados nas conclusões&#xD;
finais.&#xD;
Resta-nos esperar que esta obra possa contribuir para um melhor&#xD;
entendimento da realidade complexa de que se reveste a educação&#xD;
sexual dos jovens e possa, igualmente, lançar algumas pistas para&#xD;
reflexões e para debates futuros mais fundamentados sobre o tema.</description>
    <dc:date>2024-12-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/10174/38646">
    <title>Deformation of Artinian Algebras and Jordan Type</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10174/38646</link>
    <description>Title: Deformation of Artinian Algebras and Jordan Type
Authors: Iarrobino (editor), Anthony; Macias Marques (editor), Pedro; Rossi (editor), Maria Evelina; Vallès (editor), Jean
Abstract: There are lots of papers devoted to the study of Artinian algebras or zero-dimensional singularities. The motivations come from different areas of Mathematics as Commutative Algebra, Algebraic Geometry, Singularity theory and Combinatorics. In the last years the interest is even increasing due to several open problems on the topic. Hence in July 18-22, 2022, a group of mathematicians from all over the world gathered for a special session on Deformation of Artinian Algebras and Jordan Type at the AMS-EMS-SMF joint international meeting in Grenoble, France. The session was organized by Anthony Iarrobino, Pedro Macias Marques, Maria Evelina Rossi and Jean Vallès.</description>
    <dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/10174/32977">
    <title>Nonlinear higher order differential and integral coupled systems: Impulsive and Integral Equations on Bounded and Unbounded Domains</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10174/32977</link>
    <description>Title: Nonlinear higher order differential and integral coupled systems: Impulsive and Integral Equations on Bounded and Unbounded Domains
Authors: Minhós, Feliz; de Sousa, Robert
Abstract: Boundary value problems on bounded or unbounded intervals, involving two or more coupled systems of nonlinear differential and integral equations with full nonlinearities, are scarce in the literature. The present work by the authors desires to fill this gap.&#xD;
&#xD;
The systems covered here include differential and integral equations of Hammerstein-type with boundary constraints, on bounded or unbounded intervals. These are presented in several forms and conditions (three points, mixed, with functional dependence, homoclinic and heteroclinic, amongst others). This would be the first time that differential and integral coupled systems are studied systematically.</description>
    <dc:date>2022-04-30T23:00:00Z</dc:date>
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