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    <title>DSpace Collection:</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10174/1654</link>
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    <pubDate>Fri, 05 Jun 2026 22:53:34 GMT</pubDate>
    <dc:date>2026-06-05T22:53:34Z</dc:date>
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      <title>LIFE Alnus Taejo: Intervenções de restauro ecológico em Extremadura</title>
      <link>http://hdl.handle.net/10174/42129</link>
      <description>Title: LIFE Alnus Taejo: Intervenções de restauro ecológico em Extremadura
Authors: Julián, F.; Sánchez, J.; Baena, J.; Robredo, J.; García, R.; Borowiecka, S.; García, R.; Gimenez, M.; Cordón, C.; Gómez, L.; Gallego, R.; Palomo, M.; Espejo, A.; Oliveira, A.; Freitas, A.; Ribeiro, S.; Fernandes, J.P.
Abstract: El proyecto LIFE Alnus Taejo busca conservar y restaurar las alisedas mediterráneas (hábitat prioritario 91E0) en la cuenca internacional del Tajo, ecosistemas de alta biodiversidad esenciales para la calidad del agua, mediante un enfoque de gestión a escala de cuenca que integra diagnóstico ecohidrológico, identificación de amenazas como patógenos, especies invasoras y alteraciones fluviales, y la implementación de acciones de restauración y gobernanza participativa, a lo largo de 513 km de ríos.&#xD;
Las actuaciones desarrolladas en Extremadura constituyen ejemplos representativos de la implementación operativa del modelo de restauración del proyecto LIFE Alnus Taejo, permitiendo aplicar en el territorio los principios definidos a escala de cuenca. Estas intervenciones se centran en la mejora del estado ecológico de las alisedas y en la recuperación de la funcionalidad de los ecosistemas fluviales, mediante acciones adaptadas a las condiciones locales de cada tramo fluvial.&#xD;
En el Valle del Jerte, se llevan a cabo muestreos y análisis fitopatológicos para evaluar la salud de las alisedas. En el río Alagón, se implementan experiencias piloto de eliminación de especies invasoras como Arundo donax, combinadas con la restauración mediante especies autóctonas. En los ríos Árrago y Tralgas, se desarrollan trabajos de restauración fluvial apoyados en la creación de viveros naturales con material local, reforzando la resiliencia del ecosistema. Asimismo, se promueve la permeabilización de barreras fluviales y la mejora de la conectividad ecológica en tramos transfronterizos, como el río Erjas.&#xD;
Estas actuaciones permiten no solo la recuperación ecológica de tramos degradados, sino también la validación de medidas de gestión adaptativa en diferentes contextos ambientales. En conjunto, contribuyen al fortalecimiento de la conectividad fluvial, la reducción de presiones antrópicas y la mejora de la resiliencia de los ecosistemas riparios frente al cambio climático, consolidando un modelo de restauración transferible a otros sistemas fluviales mediterráneos.</description>
      <pubDate>Wed, 01 Jan 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/10174/42129</guid>
      <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>LIFE Alnus Taejo: Intervenções de restauro ecológico em Portugal (ZEC Gardunha, São Mamede e Cabeção).</title>
      <link>http://hdl.handle.net/10174/42128</link>
      <description>Title: LIFE Alnus Taejo: Intervenções de restauro ecológico em Portugal (ZEC Gardunha, São Mamede e Cabeção).
Authors: Oliveira, A.; Freitas, A.; Ribeiro, S.; Oliveira, H.; Julián, F.; Sánchez, J.; Baena, J.; Robredo, J.; Borowiecka, S.; Gallego, R.; Palomo, M.; Espejo, A.; Gimenez, M.; Cordón, C.; Gómez, L.; García, R.; García, J.; Fernandes, J.P.
Abstract: O Projeto LIFE Alnus Taejo objetiva proteger, conservar, melhorar e restaurar os ecossistemas ribeirinhos dominados por florestas aluviais residuais (habitat 91E0*) num conjunto de linhas de água em Portugal e Espanha, bacia internacional do rio Tejo.&#xD;
158 km encontram-se em território Português em Rede Natura 2000 nas ZEC Malcata, Gardunha, São Mamede e Cabeção e ZPE Tejo Internacional.&#xD;
Uma das ações preparatórias envolve a assinatura de acordos de colaboração com proprietários. Este processo, condição sine qua non para a concretização dos trabalhos no terreno, revelou-se moroso e repleto de obstáculos. Encontram-se assinados 12 acordos (e dois em vias de assinatura), numa extensão de 18 km de linhas de água (a acrescerem mais 4 km).&#xD;
Ultrapassada esta condicionante, iniciou-se o planeamento e a implementação das seguintes ações in loco, incluindo o seu estado de desenvolvimento atual:&#xD;
•	Recolha e Produção de Material Florestal de Reprodução Autóctone característico do habitat 91E0*: recolhidas sementes e estacas de 18 espécies em duas épocas, 1.350 plantas prontas e outras (número indefinido) em germinação;&#xD;
•	Melhoria da Estrutura Hidrológica Fluvial: com início (programado) mais tardio que as restantes ações e com poucos locais com necessidade de intervenção neste âmbito, um local intervencionado com 50 ml de extensão (1.000 m2) com controlo de silvados e Técnicas de Engenharia Natural: bio rolos de coco, soleiras de correção torrencial em madeira e pedra e plantações;&#xD;
•	Controlo de Espécies Vegetais Exóticas Invasoras: 22.500 m2 intervencionados – descasque de Acacia dealbata (54%), remoção manual de Myriophyllum aquaticum (35%) e de Phytolacca americana (10%);&#xD;
•	Trabalhos silvícolas, Estacarias e Plantações: 6.650 m2 de trabalhos silvícolas: 2.600 m2 de silvados e 3.800 m2 de abate de árvores secas + 582 plantas de 9 espécies: 390 estacas e 192 plantas;&#xD;
•	Definição do Espaço Fluvial para Regeneração Natural: colocação de protetores em plantas em regeneração natural (650 m2).</description>
      <pubDate>Wed, 01 Jan 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/10174/42128</guid>
      <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>LIFE Alnus Taejo: Intervenções de restauro ecológico em Salamanca.</title>
      <link>http://hdl.handle.net/10174/42126</link>
      <description>Title: LIFE Alnus Taejo: Intervenções de restauro ecológico em Salamanca.
Authors: Palomo, M.; Gallego, R.; Julián, F.; Sánchez, J.; Baena, J.; Robredo, J.; García, J.; Borowiecka, S.; García, R.; Gimenez, M.; Cordón, C.; Gómez, L.; Espejo, A.; Oliveira, A.; Freitas, A:; Ribeiro, S.; Fernandes, J.P.
Abstract: En esta ponencia se detallan las intervenciones y actuaciones realizadas desde el 2021 en la provincia de Salamanca, zona objeto de estudio del proyecto Life Alnus Taejo. Gracias a la acción A1 donde se caracterizaron los 7 tramos clave para Salamanca, se pudo extraer qué zonas eran relevantes en cuanto a mejora de hábitat, o clave como zona modelo. Durante estos años se han realizado actuaciones de mejora de estructura de hábitat, educación ambiental, acuerdos de custodia, pero lo más relevante es la acción C3 llevada a cabo, que hace mención a la gestión, control y erradicación de especies exóticas invasoras, en concreto Azolla filiculoides, Phytolacca americana y Robinia pseudoacacia.</description>
      <pubDate>Wed, 01 Jan 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/10174/42126</guid>
      <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Caracterização ecológica e modelos de restauro.</title>
      <link>http://hdl.handle.net/10174/42115</link>
      <description>Title: Caracterização ecológica e modelos de restauro.
Authors: Ribeiro, Sílvia; García, J.; Robredo, J.; Julián, F.; Sánchez, J.; Baena, J.; Borowiecka, S.; Oliveira, H.; Xavier, P.; Freitas, A.; Oliveira, A:; Espejo, A.; Gimenez, M.; Cordón, C.; Gómez, L.; García, R.; Fernandes, J.P.
Abstract: O projeto LIFE ALNUS TAEJO tem como objetivo conservar, valorizar e restaurar cursos de água dominados por amiais (habitat prioritário 91E0 protegido pela Diretiva Habitats da União Europeia), os quais abrigam uma elevada biodiversidade e desempenham um papel fundamental na qualidade da água e no funcionamento dos ecossistemas ripícolas. Estes bosques aluviais são alvo de restauro ao longo de 513 km de rios da bacia internacional do Tejo.&#xD;
Foi realizada uma cartografia da vegetação atual. Posteriormente foi definida uma amostragem sistemática de pontos, nos quais foi realizada uma caracterização ecológica que incluiu a avaliação do índice de habitat fluvial, da conectividade das galerias ripícolas, das pressões existentes, a realização de inventários fitossociológicos e a definição de medidas de conservação. Desenvolveu-se ainda uma cartografia da vegetação natural potencial e das geosséries ripícolas dominantes, a qual suportou a delimitação do espaço fluvial potencial. &#xD;
Verificou-se que a diversidade de tipologias de vegetação ripícola, associada a diferentes pressões e condicionantes, determina distintos tipos de intervenção, orientados para a melhoria do estado ecológico e da composição florística característica do habitat 91E0 e de outros bosques associados.&#xD;
Entre as principais pressões identificadas destaca-se a presença de espécies exóticas invasoras (Acacia dealbata, Arundo donax e Myriophyllum aquaticum) e a ocorrência de doenças. No que respeita à flora com interesse conservacionista destacamos Salix salviifolia subsp. australis, Asphodelus bento-rainhae, Narcissus triandrus subsp. pallidulus e Scilla beirana protegidos pela Diretiva Habitats da União Europeia, e também de Bufonia macropetala subsp. willkommiana, avaliada na categoria Vulnerável (VU) segundo os critérios da UICN para Portugal continental. &#xD;
A cartografia da vegetação natural potencial e das geosséries ripícolas permitiu delimitar o espaço fluvial potencial e suportar a definição de estratégias de restauro ecológico mais ajustadas às condições locais. Com base na caracterização destas geosséries identificaram-se espécies-chave para aplicação em ações de restauro dos amiais em distintas condições ecológicas e territórios biogeográficos. Os critérios delineados favorecem a evolução para bosques de referência e o reforço da conectividade ripícola, tanto longitudinal como transversal, contribuindo para o aumento da resiliência destes sistemas face às alterações climáticas</description>
      <pubDate>Wed, 01 Jan 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/10174/42115</guid>
      <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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