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http://hdl.handle.net/10174/40274
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| Title: | Problemas de Saúde Mental Percebidos por Adolescentes na Família, Amigos e Comunidade |
| Authors: | Valente, Mónica Carapeto, Maria João Pereira, Anabela |
| Editors: | Silva, Bento Almeida, Leandro S. Alves, Regina Santos, Anabela Cruz Dourado, Luís Risso, Alicia Peralbo, Manuel Enríques, Eduardo Barca Aria, Antonio Valle Blanco, Juan Carlos Brenlla |
| Keywords: | literacia em saúde mental bem-estar adolescentes |
| Issue Date: | Nov-2025 |
| Publisher: | Centro de Investigação em Educação, Instituto de Educação, Universidade do Minho |
| Citation: | Valente, M., Carapeto, M. J. & Pereira, A. (2025). Problemas de Saúde Mental Percebidos por Adolescentes na Família, Amigos e Comunidade. In B. Silva, L. S. Almeida, R. Alves, A. C. Santos, L. Dourado, A. Risso, M. Peralbo, E. B. Enriques, A. V. Aria & J. C. B. Blanco (Orgs.), Livro de atas do XVIII Congresso Internacional Galego-Português de Psicopedagogia (pp. 2701-2713). Centro de Investigação em Educação, Instituto de Educação, Universidade do Minho. ISBN 978-989-8525-88-8 |
| Abstract: | A prevalência significativa de problemas de saúde mental em jovens e em adultos é uma preocupação das sociedades atuais. A adolescência assume-se como uma fase de grandes oportunidades, mas também de grandes desafios ao desenvolvimento e adaptação psicológica. Em particular, esta fase do ciclo de vida tem sido considerada um período de risco para o surgimento de problemas de saúde mental, especialmente problemas internalizados, ao mesmo tempo que surgem expetativas de maior autonomia dos adolescentes. Neste contexto, tem ganhado relevância o estudo da literacia em saúde mental dos adolescentes, em particular o seu conhecimento acerca de problemas de saúde mental ou predisposição para pedir ajuda psicológica. O contacto com pessoas com problemas de saúde mental tem sido sugerido como uma importante fonte de conhecimento sobre esta temática. O presente estudo tem como objetivo identificar os problemas de saúde mental percebidos pelos adolescentes nos seus próximos (e.g., família, amigos e outros da comunidade). Neste estudo participaram 608 adolescentes, do 7o ao 12o de escolaridade, que responderam a questões sobre o seu contacto com pessoas com problemas de saúde mental e sobre a sua autoperceção de saúde mental. Quarenta e três por cento dos adolescentes referiram conhecer alguém com problemas de saúde mental, sendo que 20% referiram ter familiares e 19% ter amigos com esses problemas. Em ambos os casos, destacaram-se os problemas de depressão e ansiedade e, no caso dos amigos, também as perturbações do neurodesenvolvimento. Além disso, 8% referiram conhecer outras pessoas na comunidade com problemas de saúde mental, salientando-se também as perturbações do neurodesenvolvimento. Em relação à autoperceção de saúde mental, 65% dos participantes considera que a sua saúde mental é boa ou muito boa, e 10% considera-a má ou muito má. Os adolescentes, ao contactar com pessoas com problemas de saúde mental nos vários contextos relacionais, poderão aumentar o conhecimento e a compreensão sobre esses problemas e sobre a sua própria saúde mental, e reduzir o estigma associado à perturbação mental. Sendo Portugal um dos países da União Europeia onde se consome mais antidepressivos e outros medicamentos psicotrópicos, e a prevalência das perturbações mentais é das mais elevadas, evidencia-se a necessidade de mais estudos que nos permitam esclarecer que conhecimentos constroem os adolescentes sobre os problemas de saúde mental a partir dos seus contactos sociais, e caracterizar a sua literacia em saúde mental. |
| URI: | https://congreso-xviiigp.asocip.com/images/PDF/2025/Atas_XVIII_CIGP_Psicopedagogia_2025.pdf http://hdl.handle.net/10174/40274 |
| Type: | article |
| Appears in Collections: | CHRC - Artigos em Livros de Actas/Proceedings
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