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http://hdl.handle.net/10174/40275
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| Title: | Autoperceção de Saúde e Saúde Mental Positiva em Adultos Portugueses |
| Authors: | Agostinho, Inês Paulino, Catarina Carapeto, Maria João Grácio, Luísa |
| Editors: | Silva, Bento Almeida, Leandro S. Alves, Regina Santos, Anabela Cruz Dourado, Luís Risso, Alicia Peralbo, Manuel Enríques, Eduardo Barca Aria, Antonio Valle Blanco, Juan Carlos Brenlla Blanco |
| Keywords: | Bem-estar Saúde adultos de meia-idade adultos mais velhos |
| Issue Date: | 2025 |
| Publisher: | Centro de Investigação em Educação, Instituto de Educação, Universidade do Minho |
| Citation: | Agostinho, I., Paulino, C., Carapeto, M. J. & Grácio, L. (2025). Autoperceção de Saúde e Saúde Mental Positiva em Adultos Portugueses. In B. Silva, L. S. Almeida, R. Alves, A. C. Santos, L. Dourado, A. Risso, M. Peralbo, E. B. Enriques, A. V. Aria & J. C. B. Blanco (Orgs.), Livro de atas do XVIII Congresso Internacional Galego-Português de Psicopedagogia (pp. 2742-2751). Centro de Investigação em Educação, Instituto de Educação, Universidade do Minho. ISBN 978-989-8525-88-8 |
| Abstract: | O bem-estar é um conceito multifacetado, que abrange dimensões físicas, mentais, emocionais e sociais da vida do indivíduo. No contexto do envelhecimento, o bem-estar ganha uma relevância particular e parece estar intimamente ligado à forma como a pessoa percebe a sua saúde – a autoperceção de saúde. Essa perceção subjetiva, que envolve avaliações pessoais sobre o estado físico e mental, tem-se mostrado muitas vezes preditiva do bem-estar. Ao longo do envelhecimento, fatores como a autonomia, capacidade funcional, vínculos sociais e aceitação das mudanças corporais e cognitivas influenciam essa autoperceção. Destaca-se ainda o conceito de saúde mental positiva, entendido como um espectro contínuo que vai desde o florescimento, em que o indivíduo experiencia elevados níveis de bem-estar emocional, psicológico e social, até ao não florescimento, que reflete a ausência de saúde mental positiva, ainda que não necessariamente a presença de perturbação mental. Desta forma, o objetivo da presente investigação é explorar a associação da autoperceção de saúde com o bem-estar e a saúde mental positiva em adultos de meia idade e mais velhos portugueses. Participaram neste estudo 313 indivíduos dos 46 aos 84 anos. Os instrumentos utilizados foram um questionário sociodemográfico para recolher dados sociodemográficos e sobre a autoperceção de saúde, e o Mental Health Continuum – Short Form, para avaliar o bem-estar (total, emocional, social e psicológico) e a saúde mental positiva (florescimento e não-florescimento). Os resultados sugerem que a autoperceção de saúde (geral, física e mental) está positivamente associada a todas as dimensões do bem-estar e à saúde mental positiva, reforçando a importância da autoperceção de saúde como um possível preditor do bem- estar e da saúde mental positiva ao longo do envelhecimento. Estes resultados reforçam ainda a possibilidade do envelhecimento bem-sucedido e o bem-estar não dependerem apenas de condições objetivas de saúde, mas também da forma como os indivíduos percebem e interpretam o seu estado de saúde. Intervenções que promovam uma perceção mais positiva da saúde, que fomentem o autocuidado e integrem programas de literacia em saúde, poderão potenciar o bem- estar e a saúde mental positiva no processo de envelhecimento. |
| URI: | https://congreso-xviiigp.asocip.com/images/PDF/2025/Atas_XVIII_CIGP_Psicopedagogia_2025.pdf http://hdl.handle.net/10174/40275 |
| Type: | article |
| Appears in Collections: | CHRC - Artigos em Livros de Actas/Proceedings
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